 |
 |
|
03/09/2008
Saúde sem remédios: evite excessos no sexo

A moderação e o equilíbrio na manifestação e no interesse sexual é uma das bases da saúde. A repressão e a luxúria sexual são as duas faces da mesma moeda. Não há virtude na repressão sexual assim como há, igualmente, vício e degradação no abuso do sexo. Não há vantagens ou benefícios nos extremos. A saúde começa e termina em uma sexualidade equilibrada.
Encontrar o equilíbrio na função reprodutiva conserva energia e evita a dissipação e o envelhecimento. Assim como não devemos viver para comer e sim comer para viver, o sexo é uma função humana e não um senhor ao qual devemos obedecer. Viver em harmonia com o impulso sexual sem reprimi-lo e usufruir do prazer natural já é indicativo de um alto nível de saúde física e mental.
Todas as dificuldades nessa área são exatamente idênticas a qualquer outro problema na saúde e devem ser tomadas sem nenhuma mistificação. Se há saúde a sexualidade é natural e tranqüila e sempre tem um caráter positivo. As coisas negativas dolorosas e feias não perecem ao sexo verdadeiro.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
02/09/2008
Saúde sem remédios: Evite todos os hábitos intoxicantes

Manter hábitos que fazem mal ao corpo e a mente é um fator real e determinante que impede o retorno da saúde e o predispõe a novas e dolorosas doenças. Por todo lado há substâncias e alimentos que representam uma ameaça a vida: café, álcool, chocolate, chá, tabaco, refrigerantes, medicamentos, adoçantes, aditivos alimentares, produtos de limpeza e muitos outros produtos que tem potencial de causar dano. Evitá-los é contribuir para a manutenção e a recuperação da saúde.
Ao manter certos hábitos danosos nos condenamos a uma saúde medíocre, mesmo contrapondo outros bons hábitos: exercitar-se, dormir bem, comer alimentos frescos, integrais, azeite extra virgem de primeira pressão, entre outros. A idéia que alguns alimentos e substâncias anulariam o efeito danoso de produtos tóxicos é uma ilusão. O mal que nos fazemos não pode ser anulado, apagado, cancelado – a natureza seguirá o seu curso.
Café, chocolate, chá, etc., contêm substâncias tóxicas e toda a propaganda que pretende que eles têm dons curativos e energéticos não corresponde à verdade. A cura e a energia é produto da vida e da saúde e não de alguma substância que vem do exterior. É o organismo vivo que se apropria dos alimentos, da água, do sol, do ar, das impressões e os transforma no que precisa para a cura, para produzir energia, para os tecidos.
Nada que tomamos do mundo está pronto, tudo precisa ser metabolizado e transformado e é por esse motivo que não há nada que tenha virtudes especiais, curativas, maravilhosas – é a vida que habita o nosso corpo que é fantástica e que pode realmente nos constituir com os elementos simples ao nosso redor. Mas, nem tudo o que nos oferecem e está à disposição é sem risco para a saúde.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
30/08/2008
Saúde sem remédios: tenha um interesse na vida

Se alguém não tem um interesse na vida é urgente que encontre logo um verdadeiro propósito. O ser humano não funciona bem sem algo para perseguir. Estar desocupado de mente e corpo o deixará sem defesa aos ataques de tudo o que é prejudicial a nível físico ou psíquico. Ademais, a vulnerabilidade as falsas doutrinas e filosofias é um reflexo do vazio interior que logo será preenchido por qualquer coisa oportunista sem valor real.
A saúde é o resultado de fatores múltiplos e entre esses está encontrar um objetivo que nos envolva e faça sentido por muito tempo na vida. Lutar por algo em que acreditamos é um fator de mobilização de nossos poderes e, o contrário, o se deixar levar, nos enfraquece.
As nossas células, unidades de vida de nosso corpo, respondem ao que pensamos e desejamos, positivamente ou negativamente. Ter interesse positivo e construtivo influencia para o bem a nossa saúde e vitalidade!
|
|
 |
 |
 |
 |
|
28/08/2008
Saúde sem remédios: Seja moderado no vestir-se

Vestir-se é quase sempre um fator de prejuízos para a saúde em geral. Quanto menos roupas uma pessoa usa melhor será a sua saúde. Isto não quer dizer que a pessoa deva andar nua, mas se cobrir com roupas leves, porosas, claras ou brancas e tecidas de fibras naturais.
Roupas escuras e com cores fortes não deixam as radiações luminosas passarem e contribuem para a morte dos tecidos, principalmente dos neurônios. Há diminuição da transmissão nervosa na ausência de luz. As cores intensas só deixam passar comprimentos de onda limitados, o que é prejudicial à saúde de várias maneiras.
Roupas apertadas, cintos e sapatos muito justos interferem na circulação. Roupas que impedem a passagem do ar promovem fermentação, transpiração, e impedem a eliminação das impurezas da pele. As fibras artificiais, em geral, interferem mais negativamente do que as fibras naturais nas funções protetoras da pele.
Quanto mais você se protege das variações climáticas: frio, calor, umidade, etc., mais frágil e menos capaz de reação será sua pele. Pessoas que usam poucas roupas têm uma defesa e uma capacidade adaptativa naturalmente superior.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
26/08/2008
Saúde sem remédios: Coma moderadamente alimentos saudáveis

Este é o primeiro degrau a ser escalado na construção de uma saúde radiante. Comer mal, em quantidade e qualidade é o caminho certo que conduz a doença, ao encurtamento da vida e ao sofrimento. Comer bem é uma ciência e uma arte. Os grandes chefs e os restaurantes em geral não conhecem a ciência de preparar alimentos para a sua saúde, ou não se interessam por ela, mas pelo sabor e aspecto da preparação.
Ser guiado pela verdadeira fome, que é um instinto incondicionado de conservação da vida, nos garante comer o alimento certo e na quantidade correta. Deixar os gostos condicionados por sabores, por nomes, por cheiros e por horários e hábitos estabelecidos comandar a alimentação não beneficia a saúde porque são convenções e condicionamentos não apoiados por uma ciência da saúde.
Os gregos do passado consideravam ser um costume bárbaro comer mais do que duas vezes ao dia. Os hebreus e outros povos da época de Jesus não comiam mais do que uma vez ao dia. Fazer várias refeições atrapalha seriamente o processo digestivo. Comer em quantidades para satisfazer um apetite artificial e doentio produz fermentação e todas as doenças decorrentes.
Misturar várias categorias de alimentos numa mesma refeição é igualmente mau. Alimento saudável é o alimento mais natural, fresco e próximo a terra. Alimentos vegetais recém colhidos contêm os nutrientes necessários a manutenção de boa saúde. O homem está mais bem desenhado para alimentar-se de alimentos crus, integrais e vegetais do que de produtos de origem animal.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
25/08/2008
Saúde sem remédios: Exponha seu corpo aos raios do sol todos os dias

Somos seres solares. Sem a luz e o calor emanado do sol não haveria nenhuma vida orgânica como conhecemos. Esconder-se do sol resulta em enfraquecimento e doenças de carência. A condução nervosa depende diretamente da luz e da radiação solar. Quando a noite vem, naturalmente diminui a atividade nervosa e tendemos ao sono e ao relaxamento.
Um dos maiores prejuízos resultante da ignorância sobre os efeitos dos raios solares é a condenação dos banhos de sol como causadores de câncer de pele. Somente pessoas doentes estarão predispostas a lesões causadas pela exposição ao sol. Já disseram, com muita propriedade, que o sol pode ser nosso maior amigo ou nosso maior inimigo.
Passar mais de uma hora ao sol entre as 10h00 e as 15h00 é arriscar-se a lesões de pele porque o calor e a radiação solar entre esses horários do dia são intensos é impróprios e é instintivo evitar banhar-se nesse período. Nos outros intervalos é absolutamente seguro tomar os banhos de sol.
É recomendável evitar o sol quando já há lesões de pele e é importante avaliar por um profissional capacitado se essas lesões representam algum perigo. Um banho de sol diário, sem roupa, de 15 a 30 minutos é essencial à boa saúde.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
23/08/2008
Saúde sem remédios: Respire ar fresco e puro

O ar é o primeiro alimento por sua importância na manutenção da vida. Não há vida sem ar – sem oxigênio, nitrogênio e outros gases importantes nas funções vitais. Porém, não basta respirar qualquer ar. Precisamos de ar fresco e puro para preservar e recuperar a saúde. Ar poluído, parado, artificial não é adequado para a vida.
O ar das grandes cidades já é o fator mais importante na destruição da saúde. O ar poluído, estagnado e artificialmente processado ou produzido é inadequado e prejudicial. Ar parado, mesmo que puro na sua composição não é adequado e pode desvitalizar rapidamente o organismo.
Quando respiramos o ar parado e não renovado de nossas casas e prédios estamos perdendo energia porque aqueles elementos importantes que dão ao ar suas características vitais estão ausentes. Quando isto ocorre precisamos completar o que falta com as nossas reservas e com isso nós somos drenados de energia.
A vida ao ar livre é uma imposição para a saúde. Viver a maior parte do tempo em locais fechados é sempre prejudicial. Mantenha as janelas sempre abertas e fique o maior tempo possível ao ar livre. Não tema a circulação do ar e o vento – ele não faz mal, não traz doenças. A idéia que o vento poderia trazer doenças e resfriados é completamente incorreta, precisamos de ar em movimento e renovado.
Gazes provenientes da queima de combustíveis e de produtos de limpeza são sempre muito perigosos para a saúde. Tudo o que produzimos e escapa para a atmosfera é prejudicial. Respirar o ar contaminado com gazes dos alimentos preparados na cozinha e do fogão agride os pulmões e contamina o sangue. Fuja sempre que puder da cidade e vá para o campo e locais de ar puro.
Respire, respire, respire. Observe se sua respiração é completa e profunda, mas só tente isso quando em locais de ar de boa qualidade. Respirar longa e profundamente salva vidas por sua função fisiológica e, também, psicológica. Respirar é um prazer, acalma e relaxa. Tente e usufrua de um super alimento que por enquanto não nos é cobrado!
|
|
 |
 |
 |
 |
|
22/08/2008
Saúde sem remédios: Mantenha-se limpo (de corpo e mente)

Limpeza e pureza são duas necessidades absolutas para a saúde. Os cuidados com a higiene do corpo, com nossas roupas e onde habitamos contribuem positivamente não só para preservar a saúde, mas para melhorá-la. A limpeza é reconhecidamente um fator importante na vida humana, um sinal de civilidade e de elevação moral.
Em passado recente vivemos um período onde a imundície significou até santidade. A péssima influência filosofias que pregavam o desprezo pelo corpo, como se isso pudesse elevar o espírito, acabaram por condenar a humanidade por séculos, a doenças epidêmicas e pandêmicas, ao encurtamento da vida e a uma existência miserável onde as pessoas precisaram conviver com pulgas, carrapatos, percevejos, sarna, a lepra, ratos, baratas, vermes, fedidos e literalmente podres em vida.
A conquista da longevidade e o afastamento das epidemias deveram-se em primeiro lugar a higiene corporal, o saneamento da água, das residências, das roupas e dos alimentos. As epidemias são o resultado da sujeira externa e interna e não dos vírus e das bactérias - que são a conseqüência natural da sujeira.
A preocupação excessiva com limpeza é doença psíquica. Não se deve confundir, ademais, limpar com esterilizar. A mania por esterilizar, que significa eliminar microorganismos através de calor, frio, radiação ou, de produtos antibióticos, é uma herança do pensamento pasteuriano onde a idéia de que todas as doenças se devem aos germens, ainda dominam o pensamento das escolas médicas.
Banhos diários, casas e roupas limpas, alimentos e água limpa são uma prevenção eficiente às doenças. Mente limpa, habitada só por bons pensamentos e uma manifestação em palavras da pureza de coração produzirão ações boas e afastarão o espectro de doenças de origem psíquica.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
20/08/2008
Saúde sem remédios: Garanta descanso e sono suficientes cada dia

O tempo que você emprega para relaxar e dormir não são tempo perdido, mas um ganho importante e necessário para sua saúde e vitalidade. Ao esforço diário e ao trabalho necessariamente deve seguir o repouso e o sono. Esta alternância entre atividade e descanso é uma lei universal eterna e imutável. Seguir os ciclos naturais externos e internos é garantia de preservar boa saúde.
A noite é ideal para o repouso e o sono. Trocar o dia pela noite, usar a noite para atividades e o dia para dormir e ficar ocioso levará a distúrbios metabólicos importantes e depois a doença. O uso de estimulantes, calmantes e soníferos é um fator de desequilíbrio importante. O melhor descanso e sono é aquele que é resultado de um dia de trabalho honesto e produtivo. Quem tem bem estar no seu período de vigília dormirá bem sem a necessidade de qualquer paliativo químico.
É um bom costume recolher-se cedo para dormir. O sono mais recuperador é aquele nas horas que antecedem a meia noite. Durante a madrugada as funções recuperadoras e limpadoras do organismo estão muito ativas e assim o sono é menos profundo e menos reparador durante o período. Tentar dormir forçando o sono piora a insônia. Insônia persistente e severa exige a intervenção de um profissional da área.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
19/08/2008
Saúde sem remédios: se exercite diariamente

A educação física, como propriamente pode ser chamada a prática inteligente e correta de exercícios, não é opcional. Não podemos escolher entre exercitar ou ficar sedentários, o nosso corpo precisa fazer ser trabalhado diariamente através de movimentos e esforço para mantê-lo saudável. O sedentarismo é tão mau quanto à ingestão de álcool, a má alimentação em geral, fumar, não repousar e, assim por diante.
Exercitar-se não é um antídoto para a glutonaria. Se você comeu demais de nada adianta fazer exercícios pesados e cansativos. Exercitar-se deve ser agradável e bem adequado para a sua idade e condição física. Exercitar-se só com propósitos estéticos ou desprezando a saúde e o bem estar para obter músculos e emagrecer é perigoso e deve ser evitado. Movimentar o corpo e fazer alguma força traz saúde e alegria – é o melhor remédio para a depressão, a tristeza, a preguiça, entre outras mazelas semelhantes. Não devemos cair nos extremos de fazer demais ou de menos. O meio termo é sempre a melhor medida e com freqüência diária. Outra ilusão é imaginar que precisamos de preparação olímpica.
Os assim chamados esportes de competição não são os melhores meios de obter saúde, quase sempre as lesões, problemas circulatórios e envelhecimento precoce são a conseqüência inevitável. As caminhadas, nadar calma e tranquilamente por 30 a 60 minutos, levantar algum peso com boa orientação são mais seguros e efetivos do que se envolver em competições.
Não se exercite quando cansado, com o estômago cheio, à noite, ou quando se sentir doente. Escolha um local arejado, de preferência ao ar livre e iluminado para sua prática. Quando você se exercita você não ganha energia, você gasta. Mas, se você não gastar bem não poderá ganhar mais depois – a prática de exercícios é um investimento de retorno certo para a vida: bem estar, saúde, vitalidade e longevidade. Nosso corpo foi feito para o trabalho e não para o ócio. O sedentarismo leva a uma atrofia dos músculos, das articulações e de todos os órgãos.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
17/08/2008
Saúde sem remédios: Cultive a alegria e o equilíbrio

Todos querem se sentir bem, manter a saúde e recuperá-la. Poucos são aqueles que contribuem com alguma coisa para a própria saúde porque esperam uma solução externa: na ciência, nos doutores, pelos remédios, vitaminas, entre outras soluções. Entre as ações efetivas ao nosso alcance está a alegria e o equilíbrio.
Tristeza, lamentações, desespero, angústia só conduzem a doença. Não há nada de útil em cultivar a dor. Todas as nossas funções internas são alteradas e bloqueadas por sentimentos negativos. Cultivar a alegria, a paz, a positividade comprovadamente é um meio eficiente para construir a saúde.
É verdade que ou nós somos equilibrados ou envenenados como o Dr. Weger disse. Equilíbrio é fundamental para conservar energia porque o oposto, o desequilíbrio, nos conduz aos extremos, e estes ao desgaste e o desperdício da preciosa energia de vida. Poupar e acumular forças são fundamentais para a vida e a saúde. Poupe e conserve para a hora da necessidade. O autocontrole das emoções é sempre um exercício positivo e necessário.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
15/08/2008
Uma releitura de notícias sobre curas e sobre saúde

Todos os dias são publicadas notícias de curas e novas descobertas sobre doenças. A grande maioria dessas publicações, com um título esperançoso ou apavorante, devem ser vistas com grandes reservas. Elas são, em geral, peças de propaganda camuflada de: novos medicamentos, novos tratamentos ou da profissão que se ocupa da caça de curas.
Não fosse pela seriedade do assunto - a nossa saúde – elas poderiam ser olhadas com o desdém que merecem, mas a nossa vida pode depender de como lemos a notícia e assim, o que vamos fazer em seguida com as conclusões que tiramos dalí. Somos inundados todos os dias, sem descanso, por notícias de grandes conquistas e descobertas e a grande maioria é literalmente mitológica!
Os profissionais da mídia não estão preparados para discriminar o joio do trigo. Eles são tão ingênuos nesta questão quanto os seus leitores. Se a fonte é uma grande revista, jornal e estiver envolvido um grande doutor ou universidade então, a conclusão inevitável deles é que a notícia é confiável.
A primeira lei da biologia a não ser jamais esquecida é que: é impossível mudar a natureza sem destruí-la. Ou seja, não podemos, e ninguém pode, não importa os títulos que carregue pendurados em seu pescoço, curar, salvar, prevenir doenças porque para isso a lei da causa e efeito precisaria ser anulada, ou seja, o universo todo precisaria ser mudado, com as suas leis imutáveis e eternas. Quando são tentadas estas proezas o resultado é catastrófico – não há benefícios, mas há sempre prejuizos.
Só são possíveis coisas segundo as leis naturais. Aquelas promessas de cura, e as teorias que se opõe a ordem natural sempre serão falsas. Por exemplo, na primeira: “Algumas pessoas têm defesa natural contra aids, revela estudo”, onde se conclui que algumas pessoas contrairiam o HIV e não desenvolveriam a doença porque são naturalmente imunes e isto levaria a criação de uma vacina que ensinaria as células de todos os humanos a destruir o HIV.
O que há de errado com esta afirmação? Ela é uma conclusão leviana que pressupõe a existência de um virus até hoje jamais identificado, de uma suposta doença que pode ser muitas coisas e não ter nada a ver com nenhum vírus e ter inúmeras causas e, finalmente, uma vacina precisa pelo menos de um vírus patogênico para ser desenvolvida. Depois, o sonho de “ensinar” as células é absolutamente impossível tanto quanto seria melhorar a nossa imunidade natural através de qualquer vacina. O que também nunca foi provado!
|
|
 |
 |
 |
 |
|
13/08/2008
Super bactérias

Bactérias cada vez mais poderosas estão surgindo como subprodutos da tecnologia moderna, a saber: anti-sépticos, métodos de esterilização e antibióticos. Há menos de 50 anos atrás uma pequena fração de venenos usados como antibióticos, quando comparados aos atuais, eram capazes de conter as infecções. Hoje, qualquer cirurgia representa cada vez mais um risco real de morte por infestação por uma das super bactérias como resultado do emprego desses produtos que deveriam curar.
A triste realidade é que estamos perdendo a guerra contra o mundo microscópico. No momento em que Pasteur e Metchnikoff ousaram desafiar o equilíbrio natural entre o homem e os microorganismos, ficamos a mercê dos métodos de esterilização e controle químico interno das infecções. Pasteur e o seu colega foram as primeiras vítimas de sua própria teoria de que os microorganismos eram inimigos e podiam ser controlados pelos seus métodos de esterilização.
Estes homens viveram vidas miseráveis, sempre doentes, e morreram muito cedo, meio apodrecidos, repletos dos microorganismos que imaginaram que podiam combater. Os métodos atuais de terapêutica continuam a insistir sobre as falsas teorias desses homens. Notícias recentes trazem novamente o problema, já recorrente, da incapacidade de manter procedimentos cirúrgicos isentos de bactérias perigosas. Dezenas de pessoas no Brasil foram vítimas de graves infecções em cirurgias. Estes problemas se repetem em todo o mundo.
Cada vez é necessária a utilização de anti-sépticos mais violentos e tóxicos para os humanos e, simultaneamente, os antibióticos que deveriam matar os micróbios se tornam mais e mais venenosos e perigosos para a saúde. Já é possível prever que nesta escalada seremos vítimas, como estamos sendo, das tentativas de “cura” e “prevenção” das infecções. Logo todos pereceremos dos procedimentos oficiais de combate aos microrganismos: vacinação em massa, de antibióticos, limpeza com produtos anti-sépticos e métodos de esterilização.
Não são as bactérias, os vírus ou os fungos que são nossos inimigos e que devem ser violentamente combatidos com venenos, calor, ou produtos corrosivos e tóxicos, mas os procedimentos contra a natureza que atentam contra a vida e são desnecessários para a recuperação e a manutenção da saúde humana. Precisamos rever nossos conceitos atuais de como manter e recuperar a saúde – aqueles com o risco de destruir o equilíbrio natural dentro e fora de nós e, em seu lugar, procurar um modo de viver em harmonia e respeito para com toda a vida e para com a nossa.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
12/08/2008
Comendo para viver

Nunca antes na história comemos tanto. Quase todas as atividades humanas giram em torno da mesa. Cozinhar é hoje um grande show e ajuda a vender quase tudo. Estamos vivendo para comer. Comer transformou-se em um evento social, em uma maneira de compensar frustrações, estimular-se e de gozo.
Toda esta expansão da atividade alimentar e a grande oferta de produtos de todos os tipos levaram a um consumo excessivo de produtos supostamente alimentares. Comemos muito e freqüentemente. E, ainda, comemos coisas muito processadas, artificialmente temperadas, coloridas, com formas e texturas estranhas as características originais dos produtos naturais.
A fome e o paladar são funções instintivas, ou seja, nascemos com impulsos naturais que nos protegem e nos capacitam a escolher os alimentos em qualidade e quantidades adequadas a nossa saúde. Mas, o que encontramos são os mais variados paladares e costumes em relação a quantidades. Cada família, cada etnia tem seus hábitos alimentares fruto de sua herança cultural.
Logo depois do nascimento começa o programa de transformar a natureza do bebê. Os pais se esforçam por impor os seus hábitos artificiais e logo tudo o que veio como bebê, seus instintos, seus gostos naturais são substituídos pelos dos pais e por orientações de especialistas em nutrição. O resultado desta desconstrução dos instintos é que nunca mais na vida a pessoa ela saberá o que é bom para ela e quanto deve comer.
A busca maníaca por sabores e os excessos alimentares são o resultado de uma cultura baseada em viver para comer e a perversão dos instintos naturais. Comemos demais e incorretamente e estes são as principais causas de uma saúde frágil e cambaleante. Precisamos voltar a sentir a voz de nossos instintos. Somente a manifestação de nossa verdadeira natureza nos dará a condição de poder escolher os alimentos que precisamos e na quantidade adequada.
|
|
 |
 |
 |
 |
|
10/08/2008
Saúde na China

O Dr. T. Colin Campbell, professor emérito da Universidade de Cornell, realizou uma pesquisa conhecida como China Study que trouxe dados fundamentais sobre dieta e saúde, perda de peso e os efeitos a longo termo de hábitos alimentares. Estimulado pela péssima saúde de seus compatriotas o pesquisador e médico norte americano decidiu realizar um estudo de campo e desvendar os mistérios desta verdadeira pandemia.
Os Estados Unidos detém as marcas recordes de casos em obesidade (o estado natal do autor, Alabama, tem o maior índice do país); câncer (agora já a primeira causa de morte em crianças); doenças cardíacas (primeira causa de mortes em mulheres, começando na infância); diabetes (tipo II, normalmente encontrada somente em adultos e atualmente muito encontrada em crianças); e ainda, outras doenças crônicas dos americanos do norte (e também no resto do mundo) que estão relacionadas com maus hábitos alimentares. A idéia de que a alimentação correta é o principal e mais importante fundamento da saúde ficou absolutamente evidente para o Dr. Campbell.
Os dados obtidos são o resultado de 20 anos de pesquisa principalmente nos EUA e na China de uma parceria da Universidade de Cornell e Oxford e a Academia Chinesa de Medicina Preventiva. The China Study responde a questões como: qual a verdadeira causa do câncer, como podemos prolongar a nossa vida, qual a principal causa da epidemia atual de obesidade?
Os resultados do maior estudo já realizado sobre nutrição e saúde, indiscutivelmente demonstram a relação entre maus hábitos alimentares e todas as assim chamadas “doenças da civilização”, aquelas doenças de nosso tempo que tornam a vida penosa e que são de difícil senão de impossível cura. Estas doenças só podem ser prevenidas e, portanto, é através de uma mudança dos hábitos de alimentação que podemos preveni-las.
Os hábitos prevalentes dos chineses quando comparados com a alimentação do americano médio e as doenças dos dois povos mostra que os chineses têm muito melhor saúde e que esta qualidade é devida a uma alimentação com pouca gordura saturada e açúcar, com muito mais verduras e legumes e chá no lugar de refrigerantes. O chinês médio quase não usa derivados de leite. Eles utilizam também a soja como base protéica.
|
|
 |
 |
 |
|
|
 |
| Fernando Travi |
Formado em psicologia e especializado em educação e ciência comportamental, é fundador e atual presidente da Sociedade Brasileira de Biogenia e Higienismo. Defende que a saúde é resultado de bons hábitos de vida. Gaúcho, é casado e tem quatro filhos.
Fale com ele |
| |
 |
RSS (O que é isso?) |
| |
|
|