18/05/2008
Descanso e relaxamento



Descansar e relaxar são a única via para a recuperação das energias perdidas, da recuperação dos tecidos e a eliminação das toxinas. A atividade, a tensão e o excitamento levam ao desgaste das energias e a destruição dos tecidos e impedem a eliminação dos resíduos tóxicos. À atividade precisa seguir o repouso.

Produzir por 3 ou 4 pessoas tende a ser considerada uma qualidade indiscutível enquanto que esforço menor é visto como preguiça e incapacidade. Em todas as áreas da atividade perdeu-se a condição de avaliar o desempenho de uma pessoa na sua medida humana e tende-se a comparar o homem com a máquina, que pode trabalhar até que quebre, e tenha que ser reparada ou jogada fora como inútil.

Não somos máquinas e não fomos desenhados para trabalhar sem descanso e sob estresse. O trabalho, o esforço é enobrecedor, desde que não ponha em risco a saúde e a vida humana e, ainda, não interfira com o desenvolvimento interior. Ficar quieto, em paz e em repouso é fundamental à saúde e a felicidade. Nenhuma condição de má saúde tem solução se alguém não repousa mais do que costuma.

Descansar e dormir são duas condições essenciais dos processos de restauração. Não há nada que possa substituir a função do sono, por exemplo. Não há nada que se possa colocar no lugar do repouso necessário para recuperar as forças gastas na atividade. Nenhuma condição de saúde, juventude e capacidade muscular dá a alguém a condição de atuar sem descansar. Pensar, sentir e falar gastam tanta energia quanto trabalhar arduamente com os músculos. O repouso mental e a quietude são fundamentais para que o descanso tenha êxito. Ruídos, luzes, pensamentos e sentimentos que exigem atividade e soluções interferem na recuperação das forças perdidas.

É importante que cada um descubra seus limites e organize a sua vida em função de suas demandas. Tanto a necessidade excessiva de descanso como a necessidade ansiosa de exercício, trabalho e atividade é patológica, anormal e leva a doença, ou ainda, já é má saúde.

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16/05/2008
Higiene corporal



O corpo saudável é capaz de auto limpeza. Os orifícios do nosso corpo não precisam de produtos para esterelizar, tirar odores, ou perfumar. Os maus odores, o mau aspecto são decorrentes de uma saúde alterada e não serão resolvidos com produtos que tem efeitos imediatos paliativos.

Quando se tenta disfarçar os maus odores com perfumes e produtos de limpeza corporal gasta-se dinheiro (muito), se está ocultando e desprezando problemas de saúde que podem já ser, ou se transformar em doenças graves, e alterando a natureza, que sempre será superior a qualquer artificialismo.

Perfumes são agradáveis desde que não sejam empregados para disfarçar o que não vai bem em nossa saúde. O hálito saudável é doce e agradável. Quem tem boa saúde não exala odores desagradáveis, nem da pele, nem dos orifícios do corpo. Quando o hálito está sempre alterado é sinal de má saúde e nada tem a ver com sobras de alimento na boca. A boca é auto limpante. É claro que há certos alimentos que deixarão um odor característico e persistente, como o alho, cebola, e o tabagismo, por exemplo.

Todas tentativas de remediar a doença que não corrigem ou removem sua causa ou causas são condenáveis. Elas ocultam os problemas e põe você em risco. Uma pessoa realmente saudável está limpa internamente e todo o seu corpo reflete o seu bom estado, com bons odores. Mesmo as excreções não devem ser ofensivas. Cheiro forte, desagradável do conteúdo do intestino indica fermentação pútrida ou outro problema mais grave. Transpiração com mau cheiro também não é normal. A vagina da mulher saudável é todo o tempo limpa e com odor agradável, qualquer alteração de odor indica problemas de saúde. As duchas vaginais devem ser evitadas – elas alteram as condições naturais e predispõe a infecções.

Se você exala maus odores é porque você está sujo por dentro. E é necessária uma limpeza interna. Água corrente abundante limpa mais do que todos os produtos criados pelo homem. Boa saúde é o melhor produto para manter a boca limpa, a melhor escovação dos dentes, o melhor laxativo e o melhor desodorante.

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15/05/2008
A vacina da AIDS



Segundo matéria recente da Folha de SP uma vacina contra o HIV continua muito distante, inalcançável. Há algumas imprecisões sobre o tema AIDS que devem ser melhor analisadas porque as conclusões e afirmações sobre o tema AIDS não têm a consistência que seus autores desejariam.

Para começar, o suposto HIV jamais foi isolado, ou seja, nunca foi fotografado e nunca os estudiosos tiveram acesso ao real corpo desse famigerado agressor. O vírus da gripe, por exemplo, foi isolado e fotografado. A idéia de criar uma vacina de algo virtual é absolutamente impossível porque, simplesmente, o corpo do vírus precisa existir para servir para a confecção de uma pretensa vacina.

Os testes existentes para detectar a suposta contaminação não identificam nenhum vírus, mas somente uma reação defensiva contra alguma coisa, que poderia ser o HIV – que nunca apareceu em nenhum estudo – ou ainda, uma agressão de outra fonte. Portanto, é impossível afirmar que um teste “positivo” indique a contaminação pelo HIV – pode ser contaminação ou reação a qualquer coisa que ameace a vida. Os testes não são específicos, ou seja, outras doenças podem positivar os testes para a AIDS.

Não há provas que os tratamentos atuais prolonguem a vida, mas há provas que os tratamentos que foram aplicados na primeira década em que se deu o nome a “nova” doença, realmente intoxicavam e matavam os doentes. A quantidade de medicamentos era tal que qualquer pessoa era aniquilada em poucos meses. Hoje a dosagem foi muitíssimo reduzida, o que não quer dizer que tenha o poder de recuperar a saúde aos doentes.

Há inumeráveis casos de pessoas com testes positivos há anos que nunca apresentaram sintomas de doença. Ora, se o vírus é mortal e é tão esperto que tem enganado a todos os cientistas todo este tempo, por que ele pouparia todas essas pessoas? É lícito questionar também que aqueles que adoecem podem muito bem estar doentes por outro motivo que não o HIV – que nunca foi visto por ninguém. As “fotos” do vírus são apenas modelos imaginários de computador.

O complexo de sintomas que estão classificados como AIDS não podem ser resumidos a um vírus ainda não isolado. Outras hipóteses mais consistentes precisam ser apresentadas para realmente ajudar na compreensão dos vários sintomas hoje chamados de AIDS.

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14/05/2008
Osteosporose



Ossos fracos, porosos quebradiços são o resultado de muitos fatores que podem ser prevenidos. Quando os ossos já estão muito desmineralizados e enfraquecidos as soluções são, como em muitas outras condições de má saúde, paliativas e com resultados medianos.

Mães com ossos fracos tem grande probabilidade de gerarem filhos com ossos frágeis – o que é um problema congênito – relacionado com a concepção e gestação. As causa chamadas hereditárias – transmitidas geneticamente são desprezíveis e duvidosas. Problemas metabólicos, relativos a má alimentação e a um metabolismo perturbado são certamente os que mais contribuem para ossos fracos. Pouca atividade física e falta de sol acrescentam mais fatores negativos ao problema.

Os parâmetros utilizados para dizer se alguém tem “osteosporose” são questionáveis, mas servem para indicar pioras e melhoras na densidade óssea. Por exemplo, filhas de mães com ossos já frágeis também compartilharão ossos mais porosos o que não significa que estão perdendo massa óssea e, portanto, não estariam doentes, mas somente receberam uma estrutura mais frágil.

Prevenir a osteosporose implica em opor-se às causas e isto começa nos primeiros anos de vida. Açúcar, farinhas, carnes, ovos, feijões, café, álcool e refrigerantes são inimigos dos ossos. Verduras, leite e derivados, castanhas, nozes, girassol, gergelim são amigos dos ossos. Sedentarismo e falta de sol os enfraquecem. Exercício bem praticado e sol são grandes fatores para fortalece-los.

Os tratamentos com base em cálcio, hormônios entre outras tentativas químicas, são pouco úteis. Abandonar os maus hábitos e trocá-los por bons é fundamental para recuperar a saúde. A osteosporose, em geral, se instala em longos anos de hábitos prejudiciais. Prevenir com ações corretas é a melhor solução.

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12/05/2008
Vida é movimento



Exercitar-se é um fator reconhecido de saúde. Nosso corpo precisa de movimento, de esforço, de trabalho físico para manter-se em equilíbrio. O sedentarismo é acusado, justamente, de ser um fator de má saúde.

Podemos observar os dois extremos, o excesso e a falta de exercícios e ainda, exercícios inadequados que podem levar a lesões mais ou menos sérias. Todos aqueles assim chamados “esportes” estão focados mais no desempenho do que no real interesse na saúde. Quem joga tênis, futebol, vôlei, ou algum outro esporte está interessado em conseguir um certo resultado naquele jogo e, com isso a questão saúde é deixada de lado. Além disso, a maioria dos esportes exige muito e de forma por vezes perigosa do corpo, das articulações, dos músculos, do coração.

O símbolo do atleta universal que correu a maratona na Grécia antiga, morreu após o feito. Todos os atletas que procuram atingir os seus limites sofrem lesões e outros problemas de saúde. Há uma séria confusão entre exercitar-se para se tornar saudável e exercitar-se para qualquer outro objetivo, seja de desempenho, de beleza, fama e dinheiro. Fazer bonito para os outros pode ter um alto preço. Você deve construir seu corpo dia a dia, e por anos, até que atinja um nível desejável.

Se ficamos parados morremos, se abusamos de nosso corpo, também morremos ou nos prejudicamos. Onde está o equilíbrio? A resposta está dentro de cada um, naquilo que cada um busca para si mesmo. Submeter-se a práticas esportivas, exercícios por um instrutor, implica conhecer muito bem a capacidade desta pessoa a ponto de confiar na sua orientação. Mas, ainda, a garantia e segurança está em que você tenha muito claro o que quer e que possa questionar aquilo que projetou para si. Escolha o seu caminho com consciência e exercite-se para a saúde, a longevidade e o bem estar.

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11/05/2008
As frutas: o alimento do ser humano



Não há nada que se compare ao valor alimentar que as frutas têm para nós, humanos. As frutas maduras, doces, com um sabor inigualável, um perfume delicioso, repletas de água puríssima, açúcares altamente assimiláveis, vitaminas, enzimas, sais minerais e aminoácidos – os componentes base das proteínas - estão prontas para serem consumidas, produzir energia e formar nossos tecidos. Para fins práticos vamos considerar frutas aqueles alimentos que possuem um envoltório comestível in natura e, em geral, contendo sementes.

Marie F. Bichat, fisiólogo e anatomista francês escreveu em 1800 Anatomic generatic onde comprovou, por anatomia comparada, que o homem é um frugívoro, um comedor natural e instintivo de frutas – seu principal alimento. Muito antes das pesquisas deste cientista, outras evidências na história não deixam dúvida sobre a relação entre as frutas e o homem. Os romanos, na era republicana, chamavam de frugal, literalmente, alimentar-se de frutas. As referências estão por toda parte, no Gênesis bíblico; a “idade de ouro” se referia a época que as pessoas se alimentavam de frutas e nada mais. Ovídio estendeu-se sobre a questão e Porfírio, afirmou que os “gregos viviam inteiramente das frutas da terra”. A alimentação humana na era áurea foi, unanimemente registrada como baseada e até exclusiva de frutas.

Comparativamente, os carboidratos na forma insolúvel – amido, gastam uma enorme quantidade de energia para serem metabolizados, a levudose das frutas, por outro lado, é o melhor de todos os açucares e praticamente não precisa de esforço para ser utilizado. Não há nenhuma razão para forçar o corpo a transformar o amido em açúcar se temos a disposição as frutas com um rendimento muito superior.

O pesquisador Humbold calculou que no mesmo espaço em que se produz 16 kg de trigo e 45 kg de batata, produz-se 2.000 kg de bananas, de uvas, etc. O trabalho e a energia para produzir frutas é infinitamente menor do que aquele para produzir qualquer outro alimento.

As frutas, pela sua grande rapidez de assimilação devem fazer parte de uma refeição exclusiva: não se deve combinar as frutas com qualquer outro alimento. As frutas não devem seguir outros alimentos, mas podem antecede-los em 30 a 45 min. Pelo menos 60% de toda dieta deveria ser composta de frutas frescas.

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09/05/2008
Minerais vivos



A nossa vida e nossa saúde depende dos sais minerais. Mas de todos aqueles minerais que são importantes para as nossas funções vitais, somente os sais orgânicos servem aos propósitos da vida, os inorgânicos, só servem como adubo para as plantas.

A palavra salada vem de sal, o que significa que as folhas são uma fonte fundamental de sais orgânicos. Hoje a importância destas substâncias é reconhecida por todos, mas nas primeiras décadas do século XX os cientistas desprezam o que eles chamavam as “cinzas” dos alimentos. Proteínas, carboidratos e óleos eram os únicos componentes reconhecidos como verdadeiros alimentos.

Os animais alimentados com produtos dos quais os sais foram retirados, morrem em pouco tempo. Quando a estes produtos são acrescentados sais inorgânicos – sais retirados da terra – na mesma proporção ao dos alimentos completos, eles adoecem e morrem também. Os sais chamados de orgânicos são aqueles que são metabolizados pelas plantas. As plantas possuem o exclusivo poder e capacidade de retirar do solo os sais inorgânicos e transformá-los em substâncias assimiláveis para todo o mundo animal. O homem e os animais são incapazes de fazer esta transformação.

Quando os produtos vegetais são cozidos a altas temperaturas, os sais perdem as suas características orgânicas e voltam ao estado “terra”. Daí a grande importância de consumir sempre boas quantidades de produtos vegetais crus. Quando uma pessoa se alimenta fartamente de alimentos pobres em sais minerais orgânicos ela rapidamente desenvolve sinais de desnutrição. O motivo disso é que perde sais orgânicos de seu corpo no processo de digestão sem ter uma entrada suficiente de fora – pelos alimentos. Quanto mais ela come, pior fica sua situação e mais doente se sentirá.

Nenhuma outra fonte, exceto as plantas e alguns produtos crus de origem animal é adequada para o fornecimento dos sais minerais. Os complementos alimentares com aquelas listas extensas de minerais são inúteis e por vezes intoxicantes.

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08/05/2008
A guerra ao colesterol



A polêmica sobre o colesterol e o seu tratamento com as estatinas foi matéria de capa da Época n° 520. É assunto recorrente a constatação de que uma determinada droga, que pouco antes era considerada uma panacéia, agora está no banco dos réus - ou elas são acusadas de pouco eficientes ou tóxicas, a ponto de não compensar utilizá-las.

Não é novidade que algumas condições contribuem ou determinam riscos sérios à saúde: obesidade, sedentarismo, tabagismo, alimentação inadequada, estresse, poluição, etc. A conseqüência de hábitos inadequados resultará em diabetes, em altas taxas de colesterol no sangue, entupimento de artérias, doenças renais, hipertensão e outros sintomas de má saúde.

Há muitas pessoas com colesterol “baixo” que têm um ataque cardíaco e, há muitas pessoas com colesterol “alto” que não têm ataque cardíaco. Mas, é certo que um número maior de pessoas que têm colesterol elevado sofrerão um ataque cardíaco. Por que? A conclusão óbvia seria que o colesterol causou o ataque cardíaco e que, portanto, devemos baixar o colesterol a qualquer custo!

As coisas não são tão simples assim. Muitos outros fatores não menos importantes que o colesterol elevado contribuem para as doenças circulatórias. A idéia de que há uma causa única, um inimigo a ser combatido, é ingênua. Não é o colesterol a causa do ataque cardíaco, mas antes, todas aquelas condições que, além de provocarem esta disfunção metabólica também levam a outras alterações na saúde.

Tentar diminuir o colesterol com substâncias altamente tóxicas pode ser inútil e perigoso. Além da intoxicação os resultados serão pobres porque tomar um remédio não eliminará os erros e não anulará as conseqüências destes erros – não há nenhum poder mágico nestas substâncias. O colesterol elevado é um sintoma de má saúde e não a “doença” a ser combatida. O colesterol é uma substância produzida, na sua maior parte, pelo próprio organismo e essencial à vida. O seu excesso, por outro lado, significa que estamos doentes e que precisamos de cuidados e também mudar nossos hábitos.

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07/05/2008
Saúde sustentável



A questão que é urgente responder é: há um modo de viver que levaria a sustentabilidade de nossa saúde? Ou seja, o que podemos fazer que manteria um bom nível de saúde de modo a não precisarmos fazer coisas excepcionais para manter a vida e o bem estar?

Há um modo de vida que contribui efetivamente para a libertação da ditadura da doença, apesar de interesses na insustetabilidade da saúde, que dependem de cada um de nós:

1. Cultivar equilíbrio e boa vontade: Isto é, tomar todas as coisas com a mesma calma e equilíbrio. Evitar preocupação, temor, ansiedade, excitamento, ciúme, ódio, auto-piedade, etc..

2. Exercitar-se diariamente.

3. Garantir pleno repouso e sono cada dia: retirar-se cedo para descansar e não trocar o dia pela noite. O tempo que foi usado na recuperação da vitalidade não é um desperdício.

4. Manter-se limpo, de corpo e mente.

5. Respirar ar puro e fresco: Mantenha as suas janelas abertas e fique ao ar livre tanto quanto possível.

6. Garantir tanto sol como possível: em todo o corpo (20 min. por dia).

7. Comer alimentos saudáveis, moderadamente.

8. Ser moderado em vestir roupas: roupas que deixam a pele respirar.

9. Ter um interesse na vida: Somente aqueles que tem algo interessante ou algo construtivo para fazer estão felizes e contentes.

10. Evitar todos os maus hábitos: Café, chá preto, cacau, chocolate, tabaco, álcool, drogas prescritas e ilícitas também, etc...

11. Evitar excessos sexuais.

12. Evitar todos os excessos.

Pensar em um planeta sustentável em detrimento do ser humano não é viável. Do ponto de vista orgânico fazemos parte da vida da Terra da mesma forma que todos os animais e plantas. A cooperação homem - planeta é essencial para todos. Se errarmos, toda Natureza será afetada e colheremos também dos males que semeamos. Exatamente como reconhecemos que a saída para a continuidade da vida é a sustentabilidade, assim devemos tomar a própria vida humana e, conseqüentemente, a nossa saúde.

A saúde não pode ser forçada, imposta, ou criada artificialmente. A todo momento remédios, curas e pílulas fantásticas são criados e, simultaneamente, surgem novas e terríveis doenças. A visão insustentável da saúde não é somente ingênua, é errada. Isto é assim simplesmente porque o alvo é o sintoma, quer dizer, o resultado externo das causas reais. As causas que precisam ser eliminadas são os maus hábitos de vida e o contado com substâncias e condições adversas e danosas à saúde.

Somente pessoas inteiramente saudáveis, com o máximo de suas potencialidades e capacidades disponíveis poderão salvar o planeta e a si mesmas.
E esta salvação começa pela conquista de uma saúde radiante, que é possível sob condições conhecidas e possíveis e, uma vez que se decida fazer assim, se conquistará a saúde sustentável, dependente exclusivamente de nossas próprias ações normais e naturais.

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06/05/2008
Saladas



Todos os animais precisam de saladas – de folhas verdes, frescas e vivas. É certo que os herbívoros e os macacos antropóides precisam muito mais do que os assim chamados “carnívoros”. O acesso às folhas verdes é uma necessidade e uma garantia de boa saúde para todo o reino animal, sem exceção, incluído os humanos.

Tanto quanto os outros animais, o ser humano depende das saladas para a sua saúde, para o desenvolvimento, para a reprodução, para suas funções básicas e imunológicas e para a cura. Comer folhas não é uma opção, é necessidade.

Que quantidade destes alimentos é necessária ao dia? A resposta é: depende! Depende de várias circunstâncias, mas sob condições normais, a partir dos 5 anos de idade um grande prato com alimentos crus, dos quais a maioria deverão ser de folhas, garantirá as necessidades básicas nutricionais em sais minerais e vitaminas.

Não há nenhum substituto para os sais minerais, as vitaminas, as enzimas e as proteínas encontradas nas folhas. Pílula alguma jamais poderá substituir os nutrientes dos alimentos vivos.

Pelo menos 70% de tudo o que ingerimos precisa ser de vegetais crus e entre estes, 30% de saladas. Os alimentos cozidos são apenas uma concessão ao paladar, aos hábitos e costumes. Alimentar-se é, principalmente, comer vegetais crus. O prato principal deveria ser, cada vez mais, destes alimentos e menos de outras coisas que precisam ser preparadas pelo fogo, elaboradas e temperadas com condimentos.

As verduras e frutas, em geral, estão prontas para o consumo. Uma salada nutritiva e muito agradável de ver não requer grandes capacidades culinárias. Em menos de 10 minutos é possível preparar uma refeição de saladas e/ou de frutas.

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05/05/2008
B12



A vitamina B12, a cianocobalamina, como todas as enzimas e vitaminas conhecidas e desconhecidas é essencial à vida e à saúde. Qualquer carência verdadeira de qualquer uma das substâncias necessárias e essenciais, que são muitas, levará a doença e, finalmente, à morte.

Sobre a B12 estabeleceu-se uma mania (doença) de acusar e falar sobre ela e de dizer que a dieta vegetariana e principalmente a vegana, aquela que elimina da dieta todos os produtos de origem animal, de serem pobres ou totalmente carentes desta vitamina essencial. Quase tudo o que ocorre no organismo, desde a construção, como a desconstrução, a absorção e a eliminação, o pensar, o sentir, o andar e o falar, precisam desta substância.

Não há nada mais ou menos importante para as funções fisiológicas e psicológicas. Tudo depende de tudo, há um estado de íntima cooperação e simbiose em nosso organismo. Se, por acaso, há uma carência de B12 é por que há muitas outras carências e, certamente, a pessoa está doente – ela está em desequilíbrio.

A falta desta vitamina – enzima, decorre muito mais de um estado doentio geral, de alimentação desequilibrada, do que de uma ingestão pobre ou uma incapacidade de produzi-la. Como em muitas outras enfermidades quando se lança mão de produtos sintéticos, de vitaminas, sais minerais, proteínas, para compensar carências, em geral crônicas, se perpetua o erro porque se está tratando o sintoma e não a causa. A causa sempre deve ser procurada muito mais além da falta de um produto específico na dieta, mas em todo o comportamento e em toda a história da pessoa.

Não precisamos de nenhum produto alimentar específico e há, na verdade, muitos sucedâneos para nossa escolha. Os vegetarianos e os veganos precisam, certamente de atenção redobrada porque, simplesmente, na grande maioria dos casos, não são veganos ou vegetarianos naturais e assim, trouxeram consigo todos os problemas funcionais e lesionais das pessoas de outros hábitos alimentares defeituosos. A solução está, portanto, em um longo caminho de cura, de auto-cura que precisará de muita ajuda de bons profissionais. O veganismo e o vegetarianismo é uma cura que comporta um longo e difícil caminho com soluções muito positivas – mas não se pode ser ingênuo. Vitamina B12, precisamos dela tanto quanto de qualquer outra e, teremos o suficiente somente se tudo o mais estiver bem, na dieta e na saúde em geral.

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02/05/2008
A arte de combinar os alimentos



Combinar bem os alimentos é um fator de vitalidade e prevenção de doenças. Combinar mal os alimentos leva a fermentação, a perda de força, ao aumento de peso, à fome doentia e, ao mau humor - que é um subproduto da má digestão.

Quando misturamos tudo enganamos nosso paladar e nossa fome natural e normal. O impulso da fome é uma função fundamental para a vida que nos indica quanto precisamos ingerir para repor as energias e tecidos do nosso corpo. Se o seu organismo precisa de certos nutrientes e seu gosto, cheiro e aspecto, estiver encoberto por outros alimentos, não há como saber quando você estará saciado porque outros sabores e cheiros perturbam os sentidos.

Além de alterar a fome e a capacidade de escolher bem o que precisamos para manter a vida e a saúde, as misturas excessivas e erradas são indigestas e destroem os nutrientes. Assim, você sempre estará com fome e perderá muita energia. Comer bem significa comer nada mais que o suficiente sem deixar resíduos que precisem ser fermentados por bactérias. Comer menos que a necessidade é prejudicial, mas comer a mais é pior.

As regras bem estabelecidas pela fisiologia depois de uma boa centena de anos é que:

1. Não misture na mesma refeição amidos ou alimentos doces com alimentos ácidos. Por exemplo, sucos e frutas ácidas, vinagre, vinho com - farinhas, batatas, e frutas doces ou frutas secas, arroz, etc.

2. Não misture proteínas concentradas com amidos concentrados ou açúcar na mesma refeição. Por exemplo, queijos, soja, ovos, amêndoas, castanhas e carnes de qualquer tipo com - farinhas, cereais, e açúcar

3. Não misture dois alimentos concentrados em proteína na mesma refeição. Por exemplo, ovos e castanhas, queijo e ovos, queijo e carnes, etc...

4. Não misture proteínas e gorduras na mesma refeição. Por exemplo, castanhas e manteiga, carnes fritas em óleo, leite e ovos, etc.

5. As frutas são alimentos exclusivos,ou seja, devem fazer parte de uma refeição em separados dos outros alimentos. Como são digeridas rapidamente, devem sempre anteceder em 30 min. pelo menos, os outros alimentos.

6. Da mesma forma que as proteínas, duas farinhas diferentes não devem fazer parte da mesma refeição. Uma sempre é deixada para ser digerida mais tarde e, certamente fermentará e você perderá muitos nutrientes.

7. Melões e melancias não combinam com nenhum outro alimento, mesmo com outras frutas. Sempre devem ser comidos com o estômago vazio.

8. O leite é um alimento exclusivo, não deve ser combinado. Se um adulto beber leite, o que não é muito recomendável, deve esperar pelo menos 3 horas para comer qualquer outra coisa.

O melhor cozinheiro é a fome verdadeira. Quando se tem fome a simplicidade de uma refeição, com poucos elementos e combinações corretas entre eles, é perfeita.

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01/05/2008
Alimentação Crua



Há um interesse crescente nas dietas cruas. Comer somente alimentos crus pode ser visto como algo radical, extremo e difícil de praticar. Mas, não é incomum que aqueles que experimentam acabam por escolher os alimentos crus como alimento principal – eles aumentam muito a quantidade de crus e diminuem os cozidos.

As razões para comer cru podem ser bem variadas. Em geral, a perda de peso, o rejuvenescimento, vitalidade e até a simplificação da vida com hábitos mais naturais são os motivos mais freqüentes. Demi Moore, por exemplo, é uma adepta séria há muitas décadas e apresenta uma forma física invejável. Os benefícios da dieta crua são sentidos muito rapidamente quando a dieta é bem conduzida – de preferência, por alguém que esteja habilitado para orientá-la.
Em menos de 3 semanas você começará a colher os resultados de sua coragem em mudar para melhor. Vamos analisar um pouco estas razões mais comuns de uma opção por alimentos crus:

Perder Peso
Perder peso numa dieta de crus é quase sempre garantido. Ocasionalmente, pessoas que são muito magras devido à má absorção de nutrientes, ganharão peso com tecidos formados com células saudáveis. Células sãs significam rejuvenescimento.

Aumento de Energia
Ganho de energia em uma dieta de crus é garantido. No lugar da excitação provocada por alimentos energéticos e vazios de nutrientes de base, os crus têm todos os nutrientes equilibrados, conduzindo a um ganho cumulativo de força. A idade não será mais um limitador da vitalidade e bem estar.

Clareza Mental
Alimentos crus trazem clareza mental porque são rapidamente absorvidos e liberam energia na medida da necessidade sem sobrecarregar o organismo com uma digestão difícil e subprodutos que intoxicam. No momento que você deixa o café e outros estimulantes e os substitui por sucos de vegetais crus, por brotos e óleos não saturados não só o seu corpo funciona melhor, mas a sua mente também. Um pensar lento e complicado, falhas de memória e concentração são o resultado de um estado tóxico, em geral devido aos subprodutos de uma digestão incompleta.

Adeus às crises de saúde.
Resfriados e gripes: nunca mais! Despeça-se para sempre das alergias, artrites, rinites, bronquites, gastrites, etc, etc, etc. Estas manifestações são decorrentes de acumulação de toxinas metabólicas em seu organismo. Alimentos que não deixam resíduos facilitam a eliminação e impedem o aparecimento de microorganismos e outras condições facilitadoras de toxemia. Este é um fator de saúde.

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30/04/2008
Biogenia



No século XX, entre a década de 40 e 70 uma nova ciência surgiu nos EUA – a Biogenia. A sua proposta e filosofia é de ser uma ciência da vida, tendo como centro o ser humano. Seu objeto principal são as leis e meios para a produção e a reprodução de vida. A Biogenia ensina como uma pessoa pode absorver, das fontes naturais que o cercam e da consciência: harmonia, energia e inteligência. A idéia é que quando cooperamos com a Natureza mantemos e recuperamos a saúde, rejuvenescemos, prolongamos a vida, acrescentando vitalidade e bem-estar.

Os princípios eternos da Biogena vividos por Jesus, pelos Essênios, os Sumérios, Pitágoras, entre outros, se mantiveram inalterados nos últimos 8.000 anos. O motivo de tal estabilidade é sem dúvida a validade atemporal de seus princípios e métodos que se baseiam nas leis da vida e da saúde que são atemporais. No nosso tempo o Dr. Edmond B. Szèkely atualizou magistralmente estes princípios com a descoberta do Evangelho Essênio da Paz e a sua comprovação científica através do Grande Experimento no Novo México num período de 40 anos em dezenas de milhares de pacientes.

A Biogenia trabalha com princípios acessíveis as pessoas comuns. Seus princípios são racionais e de compreensão simples e são auto-aplicáveis. A Biogenia atribui à Natureza todas as curas e, portanto, entende que só há auto cura.

Para a Biogenia, tudo que não é alimento é veneno e não deveria jamais ser introduzido no corpo sob qualquer forma, sob risco de danifica-lo ou destruí-lo. A Biogenia levaria, pelo que preconiza como modo de vida, a uma simplificação da existência, tornando a vida mais fácil e eficiente.

A Biogenia considera que o renascimento da pureza original, simplicidade e harmonia da vida criativa livre daqueles que viveram segundo os mesmos princípios no passado são o único caminho para livrar-se do mundo caótico e violento onde a ignorância, a miséria e o sofrimento são a tônica.

As idéias e ideais da Biogenia estão muito próximos do que hoje conhecemos por ecologia e sustentabilidade. É surpreendente como descobertas importantes e de interesse podem ficar por anos germinando até que apareçam com força sob novos nomes e fragmentadas em movimentos de época.

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28/04/2008
Evidências gráficas mostram que não foram as vacinas que nos salvaram



A vida é nosso maior patrimônio e, vida sem saúde não é vida, mas apenas sofrimento. Este é o motivo que a saúde, a falta de saúde e os métodos para manter e recuperá-la são tão importantes. Em ciência é necessário questionar sempre e duvidar de posições cristalizadas e impostas à força como a única e absoluta verdade. As vacinas são o maior dogma da medicina no século 21 e pesam sobre este suposto método de prevenção sérias questões sobre a sua eficácia e se realmente são uma forma segura de prevenção de doenças. Apresentar fatos como contraponto, que mostram cientificamente o lado oculto das vacinas, é fundamental para desmistificar o assunto.



Os gráficos acima, baseados em números oficiais de mortes foram tomados do livro "Vaccination A Parent´s Dilemma" de Greg Beattie e representam o declínio na taxa de mortes de doenças infecciosas na Austrália. Mostram claramente que as vacinas nada têm a ver com o declínio dessas mortes. Estes mesmos resultados foram observados em dezenas de outros países que registraram minuciosamente ocorrências semelhantes de doenças infecciosas.

Assim, quais foram as verdadeiras razões para o seu declínio? De seu livro "Health and Healing" o Dr Andrew Weil responde com clareza e precisão sobre os resultados das campanhas de vacinação em todo o mundo:"A medicina científica apropriou-se do crédito de alguns avanços em saúde que não merece. A maioria das pessoas acredita que a vitória sobre as infecções do último século vieram com a invenção da imunização pelas vacinas De fato, cólera, tifo, tétano, difteria e coqueluche, etc, estavam em declínio antes que as vacinas para estas doenças estivessem disponíveis – este declínio foi o resultado de melhores métodos de sanitização, tratamento de esgotos, distribuição de alimentos e água."

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28/04/2008
Alimentos e Venenos



Os venenos mais perigosos são aqueles que estão disfarçados sob a aparência de alimentos e de medicamentos. Para preservar a saúde pode ser útil saber diferenciar os venenos dos verdadeiros alimentos.

É bom lembrar que a grande maioria dos venenos não mata imediatamente, e nem mesmo produz sintomas de envenenamento. O contato e a ingestão de venenos pode passar desapercebido até que seja tarde demais.

Não devemos desprezar os nossos instintos, mas dar-lhes a atenção devida. Infelizmente, para o nosso prejuízo, com a tecnologia disponível é possível transformar os venenos na forma de alimentos e remédios em coisas atrativas para os olhos, para o paladar e para o olfato.

A maioria dos produtos tóxicos são imediatamente rejeitados pelo seu cheiro, pelo seu gosto horrível e nauseante e, quando temos informação, mesmo que tenham sido camuflados, sabemos que não devem ser ingeridos e que devemos ficar bem longe deles.

Uma definição precisa do que é alimento e do que é veneno pode ajudar muito na preservação da vida e da saúde. Corretamente definido, o alimento é qualquer substância que pode ser transformada em estrutura viva. O veneno, por outro lado, é qualquer coisa que não pode ser transformada em estrutura viva.

Independente da forma, cheiro e gosto, se alguma coisa não puder ser transformada em nosso tecido vivo, em sangue, em ossos, em carne, será um veneno. Portanto, uma coisa é um veneno por sua qualidade e não por sua quantidade. Uma determinada coisa não se torna veneno porque foi ingerida em excesso, ela sempre será um veneno, mesmo que não o mate na hora ou produza reações imediatas. Quando alguma coisa tem efeitos adversos, reações indesejáveis e é reconhecidamente tóxica, é um veneno, mesmo que a chamem “medicamento”.

Para o nosso organismo, o que não pode ser usado, deverá ser rejeitado. Assim, tudo o que não pode ser apropriado como alimento e transformado em matéria viva e energia de vida, deve e será expelido como veneno – mesmo que para isso o corpo deva sofrer intensamente.

As coisas são venenos porque são inúteis e, em seguida, porque são quimicamente incompatíveis com a matéria viva e fisiologicamente incompatíveis com as funções do corpo.

O fato de alguém regularmente fazer uso de venenos e não morrer ao ingeri-los não os torna uma coisa útil. Haverá, inexoravelmente, danos irreparáveis para o organismo. A idéia de que alguém se “adapta” a estas coisas é falsa, porque o organismo sofrerá mudanças funcionais e lesões para resistir, com vida, a esta agressão.

A tolerância a uma tal droga impedirá a pessoa a sentir seus efeitos desagradáveis e ela poderá até mesmo sentir um bem estar, força e alívio para suas dores e angústias quando ingeri-lo. Ela estará, então, literalmente, viciada – dependente daquele veneno. O que não o torna, de nenhuma maneira, em algo bom para a saúde.

Neste sentido, todas as drogas são venenos e os médicos têm total responsabilidade sobre o seu uso e efeitos. Alguns alimentos quando precisam de qualquer conservação artificial, química e quando precisam ser manipulados pelo cozimento e “temperados” para poder ser ingeridos, também devem ser vistos como um risco para a saúde.

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26/04/2008
A Febre



O organismo humano só pode viver em um estreito intervalo de temperatura, entre 35 a 42 °C. Se imaginamos que a temperatura no deserto pode facilmente variar de 0 a 50 °C em 24h, teremos um quadro realista do esforço que o nosso corpo precisa fazer para manter-se dentro de níveis que o mantenham saudável e, vivo!

Independente das condições de clima, o corpo executa milhões de funções ao mesmo tempo para equilibrar e harmonizar todo meio interno, com o objetivo explícito de manter a vida e a saúde. Ele faz isso automaticamente, com perfeição e em detrimento de nossa vontade, sempre no sentido de preservar-nos.

Quando é necessário, a temperatura pode elevar-se no que chamamos febre – acima de 37 °C até 42 °C. A febre é uma função involuntária de equilíbrio para resistir ou expelir uma substância tóxica ou reparar danos. Esta é uma expressão do poder de cura do corpo. Em geral, a febre não representa nenhum risco para a saúde e para a vida, mas é um fator de recuperação da saúde, da vitalidade e do bem estar.

Interferir com as funções naturais de cura – as únicas verdadeiras – sempre provoca mais dano do que qualquer bem. Tentar suprimir a febre com algum meio artificial é perigoso e prejudicial. O conceito de que febre alta é um risco à vida é mais um daqueles mitos sem fundamento.

Quando há febre algumas providências são necessárias para que o processo seja benéfico. Alimentar-se num estado febril é um erro absoluto – há total incapacidade digestiva durante a febre. Todo alimento ingerido neste estado irá fermentar e deteriorar causando sérios problemas de saúde. Tomar qualquer droga é um outro erro. O corpo sabe muito bem o que está fazendo, ele não é suicida. Não precisamos temer que a febre aumentará até matar-nos. Isto só ocorrerá se houver uma interferência desastrada e incorreta. Repousar em lugar fresco e arejado, bebendo água á vontade e nada mais, é suficiente para que a febre produza todo o benefício de curar-nos. A febre não é a doença a ser curada, mas o meio correto de elimina-la.

O Dr. Felix Oswald, prêmio Nobel de Medicina, nos ensina assim: “Corretamente interpretado os sintomas externos de doença constituem um processo restaurador que não podem ser conduzidos a um fim satisfatório até que a causa do mal seja removida”.

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24/04/2008
Uma Nova Visão da Saúde



É marcante o interesse na boa saúde e no bem estar neste momento da vida humana. Depois de muitos séculos de desprezo e descrença em viver bem, em sentir-se bem, em viver com boa saúde – herança da Idade das Trevas -, novamente a humanidade se permite sonhar com uma nova e melhor vida.

As assim chamadas “conquistas” da ciência, porém, não trouxeram todos aqueles resultados prometidos e tão esperados. Ainda se sofre e se morre das mesmas doenças de nossos ancestrais e, os cientistas, surpreendentemente, têm péssima saúde. Estamos cansados do empirismo científico, de cobaias humanas e dos progressos duvidosos.

Porém, há uma abordagem que cumpre o que promete e mais! A verdadeira ciência da saúde e da vida não precisa ser descoberta, ela já foi inteiramente revelada e comprovada nos últimos dois séculos por verdadeiros gênios, amantes da humanidade.

Precisamos de informações consistentes sobre a saúde, de uma lufada de ar fresco que traga novas notícias para os velhos problemas e temas relacionados com a questão. O empirismo não pode mais ser tolerado – aquela história de “testar” e “experimentar” terapias e medicamentos nos doentes e ainda nos animais é uma prática intolerável, talvez, no futuro, será reconhecida como criminosa.

Um novo olhar e uma filosofia eficiente do viver mostrará um caminho que esteve oculto dos olhos mais atentos sobre aqueles assuntos tão caros para todos: O que é a doença? O que é a saúde? Pode-se evitar a doença? Podemos ter uma saúde perfeita? Quais são os mitos e enganos sobre a saúde e as enfermidades? Um novo olhar para as vacinas, remédios, cirurgias, exames, radiações, novas enfermidades, etc. é urgente.

A desmistificação do tema é o primeiro passo para uma verdadeira ciência da saúde. Depois, estabelecer os conceitos e leis sobre os quais a vida se apóia, ela trará a compreensão necessária para uma vida melhor.

As pessoas precisam e buscam uma nova compreensão sobre os males que as afligem e, quem noticia, tem a obrigação moral de fornecer um contra-ponto a abordagem oficial. O tema saúde se presta ao charlatanismo e ao autoritarismo – vivemos sob as duas influencias mesmo com toda a informação que dispomos porque somente o lado oficial é apresentado – como um dogma. O que é pior, é apresentado como a verdade, como ciência! É fundamental mostrar que há uma outra maneira de ver e de tratar e de viver que é muito mais eficiente do que aquela contraditória e sempre mutante filosofia alopática.

O público precisa escolher por si mesmo o que ele deseja para a sua vida e, para tal, ele precisa de, no mínimo, duas abordagens que contrastem. É isso que falta e é isso que propomos apresentar. Uma nova e eficiente abordagem da vida e da saúde para o século XXI.

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23/04/2008
Fatos históricos expõem os perigos e a ineficiência das vacinas



Em 1871-2, na Inglaterra, com 98% da população adulta vacinada contra a varíola, experimentou sua epidemia de varíola antes jamais vista, com 45.000 mortes. Durante o mesmo período, na Alemanha, com uma taxa de vacinação de 96% houve 125.000 mortes por varíola.(The Hadwen Documents)

- Na Alemanha, a vacinação compulsória contra a difteria começou em 1940 e em 1945 os casos de difteria aumentaram de 40.000 para 250.000. (Don't Get Stuck, Hannah Allen)

- Nos EUA em 1960, dois virólogos descobriram que as vacinas de poliomielite estavam contaminadas com o SV40 um vírus que causa câncer em animais assim como também provoca mutações em células de cultura humanas. Milhões de crianças em todo o mundo foram injetadas várias vezes com estas vacinas contaminadas. (Med Jnl of Australia 17/3/1973 p555)

Em 1967, Gana foi declarada livre do sarampo pela Organização Mundial da Saúde depois de 96% de sua população ter sido vacinada. Entretanto, em 1972, Gana sofreu um de seu piores surtos de sarampo com a sua maior taxa de mortalidade . (Dr H Albonico, MMR Vaccine Campaign in Switzerland, March 1990)

- No Reino Unido entre 1970 e 1990, mais de 200.000 casos de coqueluche ocorreram em crianças vacinadas. (Community Disease Surveillance Centre, UK)

- Em 1970 uma avaliação da vacinação de tuberculose na Índia envolvendo 260.000 pessoas revelou que mais casos de TB ocorreram nos vacinados do que nos não vacinados. (The Lancet 12/1/80 p73)

Em 1997, Dr. Jonas Salk, que desenvolveu a primeira vacina de poliomielite, testemunhou com outros cientistas que a inoculação em massa contra a poliomielite nos EUA era a causa do maior aumento de casos em todo o país desde 1961. (Science 4/4/77 "Abstracts" )

- Em 1878, uma inspeção em 30 Estados dos EUA revelou que mais da metade das crianças que contraíram sarampo tinham sido adequadamente vacinadas. (The People's Doctor, Dr R Mendelsohn)

- Em 1979 a Suécia abandonou a vacina de coqueluche devido a sua ineficiência. De 5149 casos em 1978, encontrou-se que 84% tinham sido vacinada 3 vezes! (BMJ 283:696-697, 1981)

- O Jornal da Associação Médica Americana (JAMA) de fevereiro de 1981 encontrou que 90% dos obstetras e 66% dos pediatras se recusaram a tomar a vacina contra o sarampo.

- Nos EUA, o custo de uma simples vacina tríplice tinha aumentado em 11 cents em 1982 para $11,40 em 1987. Os produtores da vacina estavam acrescentando $8,00 por vacina para cobrir as custas legais e prejuízos que estavam pagando para os pais de crianças com danos cerebrais e crianças que morriam após a vacinação. (The Vine, Issue 7, January 1994, Nambour, Qld)

- Em Oman, entre 1988 e 1989, uma epidemia de poliomielite ocorreu entre milhares de crianças totalmente vacinadas. A região com a maior taxa de incidência tinha a maior cobertura vacinal. A região com a menor taxa de incidência tinha a menor cobertura vacinal. (The Lancet, 21/9/91)

- Em 1990, um estudo envolvendo 598 médicos revelou que mais de 50% recusava tomar a vacina da hepatite B apesar de pertencerem a um grupo de alto risco, que supostamente, precisariam ser vacinados . (British Med Jnl, 27/1/1990)

- Em 1990, o jornal da American Medical Association tinha um artigo sobre sarampo que declarava" Se mais do que 95% das crianças em idade escolar no EUA estão vacinadas contra o sarampo, enormes epidemias continuam a ocorrer nas escolas e mais casos estão acontecendo entre crianças previamente vacinadas." (JAMA, 21/11/90)

- Nos EUA, de julho de 1990 a Novembro de 1993 a FDA contou um total de 54.072 reações adversas seguindo as vacinações. O mesmo organismo admitiu que este número representava somente 10% do real total, porque a maioria dos médicos se recusavam a reportar injúrias pelas vacinas. Em outras palavras, as reações adversas neste período excediam meio milhão de casos! (National Vaccine Information Centre, March 2, 1994)

- O jornal de Medicina da Nova Inglaterra de julho de 1994 produziu um estudo encontrando que mais de 80% das crianças de menos de 5 anos que tinham contraído coqueluche tinham sido vacinadas.

- Em 2 de Novembro de 2000, a Association of American Phisicians e Surgeons (AAPS), anunciou que seus membros votaram em seu 57° encontro anual em ST. Louis passar uma resolução pedindo por um fim a obrigatoriedade das vacinas. A resolução passou sem um único “não”.(Report by Michael Devitt)

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22/04/2008
As Crianças de Hopewood



A história aqui resumida, deste experimento fantástico na Austrália, ajuda muito a afastar os medos e temores quanto a saúde de nossos filhos e a nos encorajar a criá-los mais próximo da natureza e liberdade de artificialismos.

As Crianças de Hopewood servem como um exemplo positivo e inspirador para todos aqueles pais que gostariam de criar seus filhos naturalmente, sem drogas e vacinas.

Em 1942, Mr. Leslie Owen Bailey, um grande filantropo e fundador da Sociedade de Saúde Natural da Austrália, aceitou a guarda de 85 crianças, cujas mães estavam incapacitadas para cuidar delas. Estas crianças foram criadas através dos princípios da Higiene Natural na Hopewood House em Bowral.

Muitas dessas crianças eram muito pequenas, bebês, na verdade, como a alimentação no peito não era possível, foi lhes dado leite de cabra. As tentativas de dar leite não pasteurizado de vaca resultaram em problemas de secreção, então o leite foi substituído por sucos e frutas frescas. Quando elas passavam dos dois anos de idade, a dieta era principalmente de frutas frescas, raízes e vegetais verdes, saladas, ovos, frutas secas manteiga sem sal, lentilhas, etc... Entre as refeições somente frutas ou sucos de frutas eram permitidos e as crianças foram encorajadas a beber água à vontade – no local havia água puríssima, sem cloro ou flúor.

O Departamento de Bem Estar das Crianças da Austrália tentou várias vezes obrigar a estas crianças a se alimentarem de carne, mas elas sempre recusavam ingerir este produto. Então, a Universidade da Austrália, através de seus cientistas, demonstrou que elas ingeriam uma dieta equilibrada e suficiente e ainda melhor do que as dietas convencionais. Depois disso o Departamento de B. E. C. não insistiu mais em que elas comessem carnes.

É de se notar que entre essas 85 crianças, nenhuma doença séria ocorreu jamais, nenhuma cirurgia foi necessária, nenhum tipo de droga, em nenhuma ocasião, foi ministrada, nenhuma vacina foi aplicada. A única doença constatada foi a ocorrência de varicela. Elas foram, então, imediatamente colocadas na cama e somente água pura e sucos de frutas lhes foram dados. Todas se recuperaram rapidamente e sem conseqüências para sua saúde. Uma investigação mostrou que elas haviam substituído seus lanches saudáveis por outros de uma escola que visitavam – que eram de alimentos convencionais e não muito adequados – de modo que, diante dessas evidências, a “epidemia” não foi mais uma surpresa.

Um extenso estudo sobre o desenvolvimento dentário dessas crianças, em 1947 pelo Dr. N. E. Goldsworthy chefe do departamento de Pesquisa Dental de Sidney, demonstrou que elas tinham 16 vezes menos problemas dentários do que outras crianças. Seus dentes foram considerados melhores ainda do que os das crianças da Nova Guiné – encontradas ter os melhores dentes do mundo.

Sir Lorimer Dodds e o Dr D. Clements, Head da Child Nutrition na Sydney University, monitoraram sua saúde por nove anos seguidos. Eles examinaram amídalas e adenoides e disseram nunca ter visto um grupo assim tão livre de problemas como as crianças de Hopewood. Zoe Benjamin, um psicólogo considerou estas crianças serem dotadas de personalidades independentes e felizes.

É importante lembrar que muitas dessas crianças herdaram saúde pobre devido a uma história de doença e má nutrição de suas mães e não puderam ser amamentadas, nem gozar da importante relação mãe e filho(a).

A História completa das crianças de Hopewood aparece no Natural Health magazines, Volume 5, No's 3, 4, 5 and 6 and Volume 6, No 1, publicados pela Natural Health Society of Austrália

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20/04/2008
A prevenção do câncer


É possível, com o que se conhece das causas do que é chamado genericamente de câncer, prevenir efetivamente o aparecimento dos tumores. A grande maioria do que se denomina hoje “prevenção” é, na verdade, detecção – seja ela precoce ou tardia. Detectar um sintoma de qualquer doença não é evita-la. Depois que um tumor foi detectado, não se pode mais preveni-lo, mas tudo o que se fará será no sentido de eliminar os sintomas – destruir o tumor.

O que é o câncer? O câncer é o ponto de chegada de uma evolução patológica que, em geral, começou há longos anos atrás – não é algo que acontece ou que alguém estava condenado por herança biológica herdar, como algo que ocorre sem motivo. O câncer, como qualquer uma das inúmeras doenças da humanidade, é provocado por maus hábitos de vida, por erros de vida, detectáveis e evitáveis. Ninguém está condenado a ter um tumor.

Os tumores são sempre o resultado de processos defensivos do próprio organismo, têm a função de prolongar a vida. Eles evitam danos que poderiam acabar com a vida caso não se formassem dadas as condições de má saúde. Todos os tumores, não importa o nome e o lugar onde estejam, são uma unidade – não são doenças específicas. Os tecidos que os compõe são anormais.

O que de melhor se pode fazer em relação à má saúde, e assim, aos tumores, é evitar seu aparecimento. O câncer não se desenvolve jamais em tecidos saudáveis, mas somente em tecidos já a longo tempo doentes. E o melhor antídoto e remédio infalível é a boa saúde, física e mental. No caso específico do câncer sabe-se que há algumas coisas que são certamente provocadores mais perigosos. Não se intoxicar com produtos químicos de qualquer espécie, de qualquer fonte; evitar os produtos de origem animal concentrados, principalmente as carnes, que estão bem comprovadas serem grandes fontes de toxemia para o organismo; não fumar e manter-se longe de radiações ionizantes e fontes poluentes – do ar, água e solo e alimentos; cultivar a paz interior, o otimismo, amar a vida e ter sempre esperança no bem – são as melhores garantias.


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Fernando Travi
Formado em psicologia e especializado em educação e ciência comportamental, é fundador e atual presidente da Sociedade Brasileira de Biogenia e Higienismo. Defende que a saúde é resultado de bons hábitos de vida. Gaúcho, é casado e tem quatro filhos.

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