18/06/2008
As influências psíquicas sobre a saúde



Ninguém tem dúvidas que as perturbações emocionais são danosas para a saúde em geral. Mas, estas perturbações atuam sobre o corpo com mais ou menos intensidade segundo as condições de saúde da pessoa. O medo, a preocupação, as notícias ruins produzem certas perturbações que terão muito mais importância em pessoas com má saúde e quase nenhuma influência em pessoas realmente saudáveis.

A suscetibilidade às emoções e outras influências psicológicas já foram desprezadas como causa das doenças. Hoje a elas são atribuídas até maior importância na saúde do que todas as outras influências. Quando as observações não levam em consideração o estado de saúde e de intoxicação observa-se que as pessoas adoecem quando passam por algum problema de vida. Por outro lado, pessoas saudáveis desembaraçam-se facilmente de emoções negativas e preocupações com uma simplicidade e sabedoria surpreendentes.

As crianças, em geral, que são mais saudáveis, logo superam os maiores choques e continuam a vida sem ficar “enroscadas” com os dramas que acometem os doentes.

O que vem primeiro: o ovo ou a galinha? Nada pode frutificar bem em solo contaminado, desequilibrado, pobre. O mesmo com a natureza humana – se seu corpo estiver forte, seu sangue puro, os problemas de vida não penetrarão em seu corpo causando enfermidades. Em pessoas doentes, qualquer coisa errada, mesmo pequena, pode ser a gota d’água para desencadear toda uma série de disfunções que poderão chegar até a morte.

Neste sentido, as terapias psicológicas sem uma mudança na condição de saúde do corpo podem ser inúteis e patinar em um lamaçal eternamente. Estes são aqueles casos em que o paciente passa a vida fazendo terapia e sempre novos e complicados problemas aparecem para perpetuar o seu drama.

Comentários Comentários () > Link da nota

19/06/2008
Nozes, castanhas, amêndoas, amendoim...



Nozes e castanhas são alimentos preciosos e fundamentais em uma dieta saudável, mas é necessário que sejam observadas algumas regras para que se possa usufruir de todo o potencial que eles guardam.

Todas as necessidades protéicas, mesmo sob o mais intenso trabalho físico e mental, podem ser facilmente supridas por esses produtos em todas as idades. A fama de indigestos se deve ao mau uso que se faz deles.

Algumas regras sobre o consumo das nozes e castanhas podem ser bem úteis:
1. Jamais utilizar estes produtos tostados, salgados, açucarados e em preparações industrializadas. Ao tostar e “temperar” estes alimentos seus princípios nutritivos são alterados e eles se tornam muito indigestos. A única exceção é a da castanha do caju, que mesmo assim, deve ter uma cor creme clara, quase branca e sem temperos.
2. Quem não está habituado ao consumo não deve ultrapassar as 30g ao dia por um mês e, depois aumentar gradativamente até chegar a 70g no máximo.
3. A mastigação completa é essencial. Como se trata de alimento concentrado é necessário que seja completamente esmagado e transformado em uma pasta bem úmida na boca.
4. A melhor associação será com verduras frescas. Eles combinam mal com carboidratos concentrados, com açúcar e líquidos em excesso.
5. A casca costuma ser uma boa proteção. Quando estão descascados não suportam calor e umidade e devem ser consumidos em pouco tempo ou conservados sob refrigeração.
6. Exceto pela castanha do caju, todos podem ser imersos em água por 12h o que os torna muito mais fáceis de ser digeridos e com um aporte de vitaminas e outros nutrientes essenciais.
7. Não terminar as refeições com eles.
8. Eles não são os melhores produtos para alguém que está doente, pois exigem uma capacidade digestiva normal – que, em geral, está ausente em quem está doente.

Os mais conhecidos da categoria são: as nozes, as castanhas do caju e do Pará, amendoim, gergelim, semente de girassol, amêndoa, pistache, avelã, pinhão, castanhas portuguesas, entre outras menos conhecidas. Todos os ácidos aminados básicos – necessários à construção dos tecidos do corpo - estão presentes nestes alimentos. São ricos em cálcio e potássio e alguns em ferro. Com as verduras e frutas definem a melhor dieta.

Comentários Comentários () > Link da nota

20/06/2008
Hipertensão



A hipertensão é uma alteração na pressão do sangue dentro das artérias que acaba por alterar a circulação e/ou danificar vasos e órgãos. Os parâmetros utilizados para dizer se alguém é ou está com hipertensão dependem do profissional e de índices estatísticos. Se você tem mais do que 130/85 mmHg de pressão é possível que seja rotulado como hipertenso e algum medicamento lhe seja dado para diminuir – artificialmente, estes valores.

Chamar a hipertensão de “enfermidade” ou “doença” não ajuda muito. Na verdade a hipertensão não é uma entidade que tem vontade própria e que veio de algum lugar misterioso para destruí-lo. A hipertensão é um sintoma, uma reação a várias coisas que podem não ir bem em seu organismo, em sua mente, em seu comportamento. Mas, certamente não é uma coisa a ser combatida ou atacada e morta.

Algumas raças podem, por sua estrutura, ter uma pressão arterial um pouco mais elevada ou mais baixa do que os parâmetros oficiais e, há ocasiões ou situações que podem determinar um aumento real nesses valores, sem risco para a saúde. Grandes esforços físicos ao levantar pesos, correr, atividade sexual, emoções intensas e excessos alimentares podem elevar consideravelmente a pressão sem risco para pessoas saudáveis.

Tomar medicamentos para reduzir seus índices de pressão sem em estudo completo da pessoa e sem antes tentar por meios naturais é uma prática incorreta e danosa á saúde que freqüentemente é pior do que a disfunção que está sendo combatida. Suprimir sintomas com medicamentos é, por princípio, uma má prática em saúde. É verdade que há casos em que o risco para a vida supera todas as outras questões e é a única opção. Mas, simplesmente tomar remédios sem compreender o que se passa, qual a causa real do problema é uma espécie de irresponsabilidade.

As causas da hipertensão podem ser permanentes, por lesões graves no sistema circulatório e nos rins ou, ter causas funcionais reversíveis. Os inimigos mais perigosos são aqueles que atacam diariamente e, sem que você perceba, destroem a sua saúde. O café, o sal, as carnes (todas) os remédios e o excesso de peso e o sedentarismo são as causas mais freqüentes e importantes que podem levar a uma alteração em sua pressão. Não tema a doença, mas o que causa a doença – é isto que deve ser realmente combatido.

Comentários Comentários () > Link da nota

23/06/2008
Tudo de que precisamos para o bem estar e a saúde está disponível na Natureza



Antes de receber da Natureza tudo que ela pode dar é necessário fazer a nossa parte. Temos a responsabilidade de estabelecer harmonia com todas as forças naturais que nos correspondem e, em seguida, teremos o privilégio de absorver dessas mesmas forças: energia, conhecimento e saúde.

A busca por bem estar e saúde fora da Natureza, através de meios artificiais, mesmo sacramentados pela nossa orgulhosa ciência, não corresponde às bombásticas promessas e se revela em fracassos e perigos para a integridade do corpo e mente.

É surpreendente e até difícil acreditar que toda a sabedoria sobre a relação do ser humano com o seu meio e como retirar tudo o que precisamos dela já era conhecida literalmente há milênios. O registro mais antigo conhecido data de 6.000 anos no Zend Avesta escrito por Zarathustra na antiga Suméria.

Dezesseis forças compõem o universo de boas influências e também das más. Aquilo que dá vida e saúde pode tirá-las quando utilizado indevidamente, ou quando em contato com a sua forma negativa. As influências positivas e as negativas lado a lado são:

Criador – destruidor; Preservador – desperdiçador; Vida Eterna – morte; Poder – fraqueza; Amor – ódio; Sabedoria – ignorância; Paz – violência; Trabalho – preguiça; homem – homem inferior; alimento – alimento impuro; terra – infertilidade; sol – escuridão; água – água impura; ar – ar impuro; alegria – tristeza; saúde – doença.

O nosso Xá – drez tem sua fonte no Jogo de Cartas Real de Asha, um antigo jogo com dezesseis cartas boas e dezesseis más – as brancas e as pretas. O próprio tabuleiro, com seu quadriculado de espaços brancos e pretos, representa a criação e o local onde a batalha permanente entre vida e morte, saúde e doença acontece e pode ser vencida por aqueles que se interessam e sabem viver em harmonia com a Natureza.

Comentários Comentários () > Link da nota

25/06/2008
Pesquisadores descobrem células tronco que poderiam regenerar coração



Por acidente, cientistas americanos acharam certos grupos de células tronco que poderiam regenerar os músculos do coração. Esta é uma notícia que pode trazer esperança àqueles que sofrem de graves enfermidades cardíacas e, por exemplo, evitar um transplante. As experiências foram feitas em embriões de camundongos - eles imaginam que, como há semelhanças genéticas entre os camundongos e os homens, a experiência positiva poderá ser transferida para os humanos.

Tudo isso é possível, mas sempre há um alto preço a pagar. O preço aumenta consideravelmente quando há trapaça. A assim chamada ciência moderna imagina que pode mudar o curso natural e, com um movimento quase mágico, mudar o curso das coisas anulando a lei de causa e efeito. Se você chutar a parede é bem possível que quebre os dedos e a dor e a inflamação serão inevitáveis. Nada poderá evitar o efeito provocado, mas alguma coisa poderá ser feita para ajudar a natureza a remediar o estrago. Se você continuar a chutar a parede não há nada que possa ajudar e o organismo, que regenera e solda os ossos quebrados, ficará impedido de fazê-lo.

Há limites além dos quais nada mais poderá ser de ajuda. É preciso parar com aquilo que é a verdadeira causa da degeneração, da doença. A ciência não se interessa muito por isso, ela quer mais “curar” as doenças enquanto ignora e despreza aquilo que as provoca. Não há como obter efeitos espetaculares sem desequilibrar todo o sistema. Os remédios têm, por vezes, esses efeitos, mas há consequências inesperadas, desagradáveis, danosas e , talvez, mortais. Ainda é mais seguro voltar-se para a Natureza e procurar os erros no nosso próprio comportamento e, em compreendendo as leis naturais, mudar e esperar que a cura ocorra sem forçar sobre o que não deve ser profanado.

Comentários Comentários () > Link da nota

26/06/2008
O acidente que tirou a vida da Sra. Ruth Cardoso



É sempre doloroso falar sobre a doença e a morte. Quando se trata de uma pessoa tão especial, a comoção é geral. Ao que tudo indica a Sra. Ruth Cardoso apresentava problemas cardíacos crônicos. O que surpreende é que ela foi examinada, passou por cateterismo cardíaco e recebeu alta para voltar em segurança para sua casa e, em seguida, sofreu uma complicação cardíaca fatal.

Há uma crença injustificada nos diagnósticos e nos prognósticos médicos: a medicina está muito longe de ser uma ciência e é muito imprecisa em seus resultados. Se fosse exigido dos médicos a mesma regularidade e certeza que exigimos de um engenheiro que constrói uma ponte e que, quando corretamente erguida, segundo as leis da física, ela não cairá – se a comparação valesse os médicos estariam em apuros. Não há certezas em diagnóstico, nem em prognóstico (previsão) e menos ainda em resultados seguros.

O procedimento pelo qual a falecida passou, o cateterismo, é bastante questionável. Resultados de estudos demonstram claramente que o cateterismo é uma das piores escolhas para diagnóstico e intervenção cirúrgica. Por exemplo, o Instituto do Coração de SP comparou três procedimentos frequentes nas doenças cardíacas e concluiu:
No tratamento médico : Mortalidade: 1,5%; Infarto agudo: 3%
Após ponte de safena*: Mortalidade: 3,5% ; Infarto agudo: 2%
Após angioplastia* : Mortalidade: 4,5%; Infarto agudo: 8%

Fica muito claro que a angioplastia, procedimento resultante do cateterismo é de alto risco – me perdoem os doutores. Palavras deste mesmo estudo parecem conclusivas: “Estudo multinacional desenvolvido entre abril de 1999 e março de 2003, o qual envolveu 28.825 pacientes internados em 106 hospitais de 14 diferentes países demonstrou que a despeito de muito maiores taxas de intervenção com angioplastias e cirurgias de ponte de safena, aqueles primeiramente admitidos a instalações com laboratório de cateterismo não tiveram benefício na sobrevida; ao contrário, eles tiveram um risco aumentado em 14% nos primeiros 6 meses”.

Comentários Comentários () > Link da nota

28/06/2008
Infecção hospitalar



A assim chamada infecção hospitalar é tida como um problema sério para aqueles que precisam recorrer a alguma intervenção com hospitalização. Mesmo que as autoridades sanitárias reconheçam que “grande parte das infecções hospitalares seja de origem endógena e, portanto de difícil prevenção é considerável o número de infecções deste tipo que podem ser evitadas”.

Calcula-se que acima de 10% de todos os pacientes internados contraem alguma infecção. Este é um fator importante de aumento substancial de custos dos serviços hospitalares. A idéia tradicional por trás das palavras contrair e infecção são de uma doença que envolve microorganismos – bactérias, fungos, vírus e protozoários – que penetram o organismo de uma fonte externa, portanto, exógenos, e se multiplicam causando a doença.

No caso das infecções hospitalares, algum procedimento ou, o próprio ambiente, seria a causa da infecção. Nomes como Florence Nightingale, uma enfermeira que teve uma atuação excepcional em sua época, Ignácio Semmelweis e Pasteur foram importantes para muitos procedimentos de segurança que ainda hoje são adotados.

Limpeza e cuidados higiênicos são fundamentais quando há ferimentos e outras intervenções em que o meio interno do doente fica exposto. Limpeza em tudo é importante, mas há uma séria confusão entre limpeza e esterelização. Pasteur sedimentou na mente dos profissionais de saúde o conceito de que as doenças são causadas por microorganismos de origem externa ao organismo e que esterelizar, “pasteurizar”, seria a solução para todos os problemas – o que ainda hoje determina os procedimentos em saúde

O fato que os microorganismos são em sua maior parte de origem endógena, portanto, nascendo dentro do organismo, anula completamente este temor de sermos atacados por esses seres invisíveis, mas nos alerta para a possibilidade que sob certas condições, podemos ser literalmente tomados por vírus, bactérias e fungos. Quais são as condições que predispõem para as assim chamadas infecções?

Por mais que se esterelize os micróbios teimam em aparecer e a voltar a “atacar” os doentes. Ora, quando o meio interno do doente está alterado, enfraquecido, sujo - bactérias, vírus e outros seres microscópicos estarão presentes não importa quanta limpeza externa há ou, quanto de antibióticos sejam introduzidos no corpo do paciente para matar os supostos invasores.

Alimentar, principalmente à força, os pacientes em hospitais é um dos principais fatores da famosa e temida infecção hospitalar. Quando alimentamos alguém que está seriamente doente ou que passou por uma intervenção, o resultado será, certamente, uma predisposição às infecções. Naquelas condições alteradas de saúde não há digestão e os alimentos ingeridos ou introduzidos no organismo precisarão ser digeridos por estes seres microscópicos.

Ao lado dos cuidados de higiene externa são igualmente fundamentais os cuidados de higiene interna, sistematicamente ignorados e desprezados por aqueles que se preocupam a só combater os micróbios.

Comentários Comentários () > Link da nota

29/06/2008
Serotonina e agressividade



Pesquisas recentes sugerem que a serotonina, um importante neurotransmissor do sistema nervoso central, desempenharia papel importante no controle das emoções. A tentativa de fazer uma relação entre os vários problemas psíquicos e a diminuição dos níveis de serotonina foi um dos alvos da pesquisa.

As conclusões da pesquisa da Universidade de Cambridge que estômago vazio levaria a agressividade pela diminuição dos índices de serotonina – que é dependente do triptofano, um aminoácido essencial, foi precipitada.

Há duas sugestões no resultado da pesquisa: a primeira, de manter-se o estômago cheio e a segunda, de fazer uso químico de serotonina sintética, por exemplo. Sem dúvida que a serotonina, juntamente com mais um milhar de produtos naturais sintetizados por nosso organismo, tem importância na nossa vida física e psíquica. O que não pode ser afirmado apressadamente é que há uma maneira artificial ou particular de garantir níveis adequados do hormônio cerebral.

É importante lembrar que a saúde depende de muitos fatores e de todos eles igualmente e, que qualquer ação particular e específica, está mais para magia negra e superstição do que para ciência.

Garantir níveis adequados de serotonina está no mesmo nível de manter quantidades corretas de açúcar no sangue ou, ainda, de vitamina C. Não há nada que possamos fazer particularmente para melhorar o nosso humor e bem estar com o foco na serotonina, por exemplo. Precisamos cuidar da saúde como um todo. E, já vi muito mais mal humorados de estômago cheio que de estômago vazio. As razões do humor azedo daqueles que estão em jejum de algumas horas é muito mais para um processo de desintoxicação – que resulta em sintomas desagradáveis - do que da falta específica da serotonina.

Comentários Comentários () > Link da nota

30/06/2008
Inibidores da digestão



A digestão é um processo fisiológico muito complexo que ocorre involuntariamente. Nós não podemos melhorar a digestão, mas podemos, certamente, dificultá-la e até impedí-la. Dentre as várias coisas que fazemos que podem ser um sério impedimento para a digestão estão alguns produtos de uso comum.

Talvez você já ouviu, leu, e viu declarações que afirmam que certo produto é um digestivo, que facilita a digestão, entre outras promessas do gênero. É prudente não acreditar nessas promessas, não importa a sua origem, porque é impossível interferir num processo fisiológico para melhorá-lo e aperfeiçoá-lo. Isto é uma lei fisiológica universal e ela não pode ser revogada, contrariada ou anulada por nenhum doutor ou mago. O alívio que uma dessas substâncias lhe traz – seja um chá ou um produto farmacêutico –significa não uma melhora da digestão, mas uma total indigestão com a perda de quase tudo o que você comeu.
Assim, todos os produtos que seriam um auxílio para o processo digestivo são um verdadeiro empecilho e acabam por fazer você perder muito dos nutrientes porque eles verdadeiramente obrigam o estômago a esvaziar em meio a digestão. Se você tem dificuldades na digestão é importante identificar a causa, que pode estar no que você come, como você combina os alimentos e em problemas nos seus órgãos de digestão, na mastigação, na respiração e ainda, se você se alimenta sob tensão, por exemplo.

Algumas coisas utilizadas como “temperos” são muito prejudiciais: vinagre, o álcool e o sal. Se você já ouviu dizer que o vinagre emagrece é verdade, mas o custo é alto. Ele impede os primeiros estágios da digestão e este é o motivo: o vinagre prejudica a transformação dos alimentos em nutrientes e leva a doenças. A ptialina não pode ser produzida ou agir em presença do ácido – do vinagre.

O álcool precipita a pepsina, que é a enzima que permite a digestão das proteínas. Álcool com as proteínas é uma má combinação. De qualquer maneira o álcool prejudica não só a digestão em geral, mas a saúde de todo o corpo.

O sal, entre outras coisas é um irritante da mucosa gástrica. Ele obriga o estômago a defender-se e a produzir muco para evitar a corrosão e a lesão. O sal é um estimulante natural do apetite porque “pede” mais alimento e líquidos para dissolver seu potencial corrosivo. Ele é um antibiótico, um anti-séptico, ou seja, um anti vida, um produto que destrói as bactérias que ajudam na transformação dos alimentos em nutrientes importantes.

Comentários Comentários () > Link da nota

01/07/2008
Facilitadores da digestão



Não podemos mudar a Natureza, mas podemos contribuir inteligentemente para que tudo aconteça da melhor forma prevista. Pode parecer estranho afirmar que nada podemos fazer para melhorar, para mudar, para aperfeiçoar o que somos. Esta atitude parece mais uma daquelas posturas sectárias religiosas que estão cegas as possibilidades da criatividade humana e da ciência.

Talvez o erro mais danoso para a sobrevivência da humanidade esteja ligado à presunção de que a Natureza deva ser mudada porque é imperfeita. Há uma falha inicial na idéia que devemos mudar alguma coisa. O erro básico é que nem sequer fizemos a nossa parte, a lição de casa, porque desconhecemos qual é o nosso papel, nossa verdadeira natureza e partimos para a ação negativa de criticar e tentar, sem compreender, fazer mudanças.

A postura alopática em saúde é de olhar para o homem como um ser imperfeito sujeito aos ataques de forças hostis da Natureza – leia-se: micróbios, fraquezas, imperfeições naturais, entre outras imprevisões da Providência. Isto significaria que nada podemos fazer? Podemos fazer muito, desde que compreendamos perfeitamente a fisiologia e o projeto natural. A nossa ação deve ser a de proporcionar as condições ideais para o nosso organismo agir, naturalmente.

Facilitar a digestão significa não atrapalhar e não atrapalhar é, no caso, dar para o organismo tudo o que ele precisa para funcionar bem: 1. Não usar nenhum produto que interfira na digestão; 2. Não tomar líquidos nas refeições – que diluem os sucos gástricos; 3. Não comer quando estiver psiquicamente perturbado; 4. Não se alimentar quando estiver doente, com dor - com alguma alteração aguda da saúde; 5. Só se alimentar na presença de fome verdadeira – a indicação de comer cada 2,30h ou 3,0h é, portanto, uma total heresia; 6. Sentar para comer; 7. Mastigar bem os alimentos; 8. Respirar profundamente durante as refeições; 9. Combinar bem os alimentos; 10. Jamais encher o estômago; 11. Saborear e agradecer pelo alimento, pelo bom momento de poder saciar a fome e revitalizar-se; 12. Só ingerir alimentos adequados à natureza humana.

Comentários Comentários () > Link da nota

03/07/2008
Melhorando a Vida pelo Relaxamento



Há muita pressa e ânsia por fazer, realizar. E isto é uma séria doença e bastante contagiosa. Quem está sempre apressado e ocupado apressará a própria morte e não gozará a vida. Toda esta pressa conduz a uma vida repleta de estresse. Certamente o estresse é um dos maiores problemas deste nosso tempo.

Os avanços tecnológicos aumentaram a velocidade de nossa vida. Os computadores trabalham em nano segundos. Temos centenas de canais de TV e a comunicação é imediata. A automação toma o lugar de seres humanos, tira o seu “ganha-pão”. Como resultado, com pouco esforço é possível realizar muito, e tudo isto com um corte no pagamento e na diminuição do valor do ser humano nas corporações. Finalmente, estamos superestimulados, sobrecarregados.

Com o nosso ritmo habitual mal temos tempo de relaxar e cultivar relações com, esposas, maridos, filhos, amigos e a natureza. Devemos nos surpreender que as doenças relacionadas com o estresse estejam crescendo e hoje já sejam 80% da causa de má saúde na vida corporativa?

Somos pressionados a nos manter ocupados, ainda em nossas horas de descanso. Queremos fazer tudo e queremos fazer já. Fazemos várias coisas ao mesmo tempo. E acabamos por nos transformar em máquinas, tentando fazer várias operações ao mesmo tempo. Mas, há uma grande diferença: nós somos humanos! Imitando as máquinas funcionamos mal e acabamos por adoecer. Não é função humana agir como uma máquina. Não devemos nos sentir obrigados a trabalhar como uma delas e ser, finalmente, descartados como um equipamento obsoleto! Esta é uma perigosa epidemia, a peste da “pressa” e da “ocupação”.

Viver como uma máquina é muito insatisfatório, é triste e leva certamente a enfermidade e o encurtamento da vida. Precisamos reencontrar a nossa característica principal: a humanidade.

Algumas Características do “Homem Máquina”

• Comer apressadamente, freqüentemente de pé e caminhando.
• A vida profissional o impede de ficar tempo suficiente em casa.
• Dirige apressado, passando sinais amarelos, mudando de faixas e lutando por posições. É impaciente com os outros motoristas.
• Fala rápido, muito mais alto do que o necessário, tem problemas de comunicar o que sente, e raramente encontra tempo para dar suporte emocional para sua família e amigos.

Comentários Comentários () > Link da nota

04/07/2008
As vacinas contêm toxinas perigosas



As vacinas são sempre apresentadas como substâncias inocentes e que não representam nenhum risco à saúde, principalmente porque são empregadas em bebês recém nascidos. Ocultar informações dos pais e daqueles que, por vários motivos procuram as vacinas é antiético e é uma ameaça séria a saúde.

Na fabricação clássica de vacinas se empregam algumas substâncias que por sua toxidade devem ser conhecidas. Sejam antígenos virais ou bacterianos há alguns procedimentos de interesse. Por exemplo: os micróbios são mortos pelo formol ou pelo calor; são atenuados, em alguns casos, pela passagem repetida em meios de cultura, como no caso da BCG que passa 230 vezes por uma mistura de batata e bile de boi, ou a vacina de rubéola que tem 85 passagens sobre células das pálpebras de frangos.

As vacinas virais precisam de culturas celulares – porque os vírus não podem viver fora das células. Nas culturas são utilizados, por exemplo: rim de macaco para a vacina da poliomielite, ovário de ramster para a vacina da hepatite B e fetos para a vacina de rubéola. A produção industrial exige que se cancerise as células para que elas se reproduzam indefinidamente. Isto sempre traz problemas de contaminação. Este foi o caso do vírus SV40 responsável pelo câncer e que foi aplicado junto com a vacina em milhões de crianças por vários anos seguidos.

Para evitar a contaminação bacteriana é necessária a utilização de antibióticos. Ou seja, as vacinas podem conter doses consideráveis de antibióticos, alguns deles podem produzir alergias e outras reações adversas.

A maioria, se não a totalidade das vacinas, recebem “aditivos” químicos para forçar um aumento da reação imunitária. Não fossem por esses não haveria reação que demonstrasse que o organismo estaria se defendendo. Ou seja, lança-se mão de um subterfúgio questionável. Em geral é o hidróxido de alumínio a substância de uso mais comum. Este é um produto muito tóxico e, que não raras vezes, leva a graves reações alérgicas. O alumínio e a doença de Alzheimer estão claramente relacionados. Há vacinas com 1250µg de hidróxido de alumínio - que não pode ultrapassar 15µg por litro de sangue. Com 50µg desta substância a intoxicação celular é certa.

Empregam-se conservantes e estabilizadores como o fenoxietanol, o aldeído fórmico e o sulfato de amônia – muito tóxicos. Como as vacinas atuais são produtos de engenharia genética os riscos de perturbar as defesas contra o câncer também não são desprezíveis.

O fato de serem utilizados soro, sangue e tecidos de animais se está introduzindo na corrente sanguínea, principalmente das crianças, DNA e RNA de animais, por vezes doentes, o que significa um risco de alterar o código genético humano, “animalizando” o ser humano.

A BCG contém de 800.000 a 3.200.000 unidades de bacilo de Koch. O que não se poderia chamar de algo suave e inócuo. A conseqüência da vacinação extensiva e freqüente pode levar a médio e em longo prazo a resultados completamente imprevisíveis que não devem ser tomadas levianamente. Afinal, 50 anos é muito pouco para garantir que as conseqüências futuras das vacinas sejam só positivas.

A opção por vacinar-se e deixar vacinar os filhos deve ser produto de uma opção consciente e baseada em fatos e conhecimento. Não vacinar-se e não vacinar os filhos também deve ser o resultado de uma decisão baseada em fatos.

Comentários Comentários () > Link da nota

06/07/2008
Antoine Bechamp



Antoine Bechamp (1816 – 1908), médico, químico, naturalista, biólogo, professor da faculdade de Montpellier, de Paris e de Lille, foi um dos maiores sábios do século XIX e também um dos mais injustiçados. Somente na virada do século XX para o nosso atual século é que sua obra começou a ser reavaliada e conhecida. Suas descobertas são o fundamento da verdadeira ciência da saúde e ainda podem fazer a revolução e a renovação que os velhos conceitos e preconceitos da medicina estão tão necessitados.

Ele foi o primeiro a compreender a causa microbiana das patologias infecciosas e o valor do terreno - das características pessoais - na saúde e na doença. Bechamp pensava assim dos micróbios: (...) “provenientes de uma cepa única, elas podem mudar de forma segundo o estado de saúde do organismo no qual vivem (...)”.

Vários bacteriologistas confirmaram suas teses na década de 80 (Sorin, Sonea, Panisset e Naessens) demonstrando que o polimorfismo é uma visão mais correta do que o monomorfismo de Pasteur: “Se o mundo bacteriano é desarranjado por nossa intervenção isso pode chegar a ameaçar a vida na terra”. Eles demonstraram que as bactérias podem se transformar em vírus e vice versa e, ainda, em outras estruturas vivas microscópicas segundo as características do meio e alimentos disponíveis.

Bechamp foi o fundador da enzimologia quando identificou e relacionou as funções das microzimas, elas mesmas menores que a célula. Para ele as microzimas, presentes em todas as células são indestrutíveis e o fundamento da vida, quando as condições adequadas se apresentam.

Ele também disse que a doença aparece quando um desequilíbrio perturba o funcionamento das microzimas. Ou seja, quando há uma perturbação na nutrição, uma intoxicação, estresse ou qualquer outra disfunção importante, as microzimas evoluem em bactérias patogênicas – em micróbios. O que significa que os micróbios vêm de dentro e não de fora, como pensava Pasteur!

Ao invés de atacar as bactérias ou os vírus - produtos de um meio alterado (de um organismo desequilibrado) é muito mais adequado e eficiente reforçar o meio interno, o terreno, e os micróbios desaparecem e a doença também. É a doença que causa o micróbio e não o micróbio a causa da doença, como pensou Pasteur e continuam ainda a imaginar seus seguidores modernos.

Comentários Comentários () > Link da nota

08/07/2008
Infarto Cerebral



Qualquer órgão e mesmo qualquer região do corpo pode ser atingido por um infarto, ou seja, uma isquemia ou um derrame. Sangue significa literalmente vida, pelo que traz e pelo que leva dos tecidos de todo corpo. Sem sangue a morte das células ocorre em poucos minutos. O sangue alimenta os tecidos e traz oxigênio para que respirem e leva sangue usado e carregado com toxinas para ser novamente purificado.

O sangue pode não chegar porque há uma obstrução – isquemia, ou porque uma hemorragia, ou a via de alimentação que deveria levá-lo está derramando o precioso líquido pelo caminho. O crescimento dos AVCs foi objeto de um alerta mundial. No Brasil 90.000 pessoas morrem por ano e pelo menos cinco vezes mais – 450.000 têm sua saúde duramente atingida pelos AVCs e ficam com seqüelas, mais ou menos graves.

Qualquer falta de sangue arterial (oxigenado e com alimentos) significará problemas para todo corpo, mas no cérebro, onde os tecidos não são regeneráveis como no resto do corpo, as conseqüências são sempre muito sérias. O AVC, o acidente vascular cerebral, como o infarto do coração, é muito grave e precisaria ser evitado. Correr para um hospital quando há sintomas que podem significar um AVC: paralisia (dificuldade ou incapacidade de movimentação) de um dos lados do corpo; dor de cabeça muito forte, súbita, sobretudo se acompanhada de vômitos; fraqueza ou dormência na face, nos braços ou nas pernas, geralmente afetado um dos lados do corpo; perda súbita da fala ou dificuldade para se comunicar e compreender o que se diz e perda da visão ou dificuldade para enxergar com um ou ambos os olhos – é importantíssimo.

Quando um modo de vida destrutivo para a saúde é mantido por longos anos o resultado muito provável será o enfraquecimento de toda a rede circulatória. As veias e as artérias sofrem, como todo o resto do corpo deste tratamento brutal com os excessos: alimentos inadequados, tabagismo, alcoolismo, sedentarismo, estresse, e todas aquelas condições que são adversas para a saúde em geral. Não há cuidados específicos para evitar o AVC. O que serve para manter a saúde em geral serve perfeitamente e é adequado para evitar a destruição do sistema circulatório, que pode levar a um derrame ou isquemia cerebral.

Temer as doenças não ajuda muito evitá-las. O medo é uma emoção negativa que contribui para o adoecimento. As pessoas precisam realmente amar mais a si mesmas, a sua maior posse – a vida. Amar a vida significa comportar-se de modo a manter e melhorar a saúde. Ignorar ou desprezar aqueles cuidados e aquela forma de viver saudável foi, é, e será a causa maior dos AVCs e de todas as assim chamadas doenças.

Comentários Comentários () > Link da nota

10/07/2008
Desintoxicação



Desintoxicar é uma necessidade absoluta para manter e recuperar a saúde. A causa maior de todas as doenças é a toxemia. Os processos normais metabólicos produzem toxinas que devem ser eliminadas numa razão que mantenham o corpo livre de resíduos prejudiciais. Quando as toxinas são produzidas mais rápido do que são eliminadas há um acúmulo delas, culminando em crises de desintoxicação: as assim chamadas doenças agudas.

O ritmo de vida atual predispõe à toxemia porque as pessoas estão super exigidas, estressadas, comem mal, dormem mal, estão sedentárias entre outras condições que levam ao acúmulo de toxinas. Livrar-se regularmente destes venenos silenciosos, que só se manifestam quando atingem um nível de extremo risco para a integridade é muito desejável e necessário.

Um dos fatores que mais contribuem para estas condições indesejáveis e impedem que o corpo faça seu trabalho de limpeza celular é uma alimentação continuada e em excesso. Comer com freqüência, de duas em duas horas, por exemplo, impede a limpeza interna natural e é um fator de fermentação digestiva importante e de perda de nutrientes. Pular uma refeição é sempre uma medida saudável. Não comer em intervalos menores do que 4h. é outra medida correta.

A orientação de alimentar-se em intervalos curtos é absolutamente anti fisiológica e deve ser evitada. A justificativa de que isto “aceleraria o metabolismo” é incorreta. O estômago esvazia e perdem-se nutrientes importantes e, portanto, a assimilação fica prejudicada porque o sistema digestivo não está preparado para receber alimentos enquanto não há fome verdadeira - o que é impossível de ocorrer em intervalos menores que 4h.

Fazer um “jejum” de uma das refeições uma ou duas vezes por semana poderá ser um fator importante em ganhar saúde e bem estar e evitar crises, algumas vezes chamadas de resfriados, gripes, cefaléias, gastrites, entre outras crises comuns de nosso tempo.

Comentários Comentários () > Link da nota

12/07/2008
A atmosfera é nosso principal alimento



Podemos viver mais de dois meses sem nenhum alimento, exceto água; podemos sobreviver mais de quatro dias sem nenhuma água e sem nenhum alimento, mas não podemos permanecer com vida por mais do que quatro ou cinco minutos sem respirar o ar da nossa atmosfera, mesmo com água para beber e abundância de alimentos sólidos.

Muitos estão conscientes da importância de beber água pura e de somente ingerir alimentos de boa procedência e adequados a sua natureza, mas quantos se importam com ar que respiram? O ar que respiramos vai diretamente para o nosso sangue, sem nenhuma barreira que possa impedir que aquilo que ele contém entre em nosso sangue. Tanto a água como os alimentos ingeridos precisam passar pelo nosso sistema digestivo, que é poderoso como separador e purificador de impurezas. Se o conteúdo de líquidos e sólidos não estiver de acordo, o organismo se encarregará de eliminá-los com a maior rapidez e eficiência o que ingerimos.

Inalar ar poluído é um prejuízo certo para a saúde. Está comprovada a relação entre o ar poluído e doenças graves. Por outro lado, é impossível manter bons níveis de saúde física e mental sem ar puro. O que é “ar puro”? A nossa atmosfera contém, ou deveria conter somente: 78,08 % de Nitrogênio(BR) ou Azoto(PT) (N2) que atua como suporte dos demais componentes, de vital importância para os seres vivos; 20,94 % de Oxigênio(BR) ou Oxigénio(PT) (O2); 0, 035% de Dióxido de carbono (CO2) (variável) e, ainda, outras porcentagens de outros gases inertes que têm pouca ou nenhuma atuação direta em nossa saúde. Há, ainda, o vapor d’água que é fundamental para os processos de manutenção da vida. Ar puro é, portanto uma mistura de componentes fundamentais em proporções ideais para os processos respiratórios e sem outros resíduos e gases tóxicos.

Quando há elementos estranhos em suspensão no ar que respiramos ou, uma grande alteração das proporções dos seus componentes, temos a poluição do ar e grande ameaça à saúde. Devemos respirar 5.000 l. de ar por dia. Quando o ar está poluído, não respiramos livremente, como uma defesa instintiva a entrada de poluentes – o que leva a uma respiração deficiente.

Procurar respirar ar puro é da maior importância para a saúde e a manutenção da vida. Podemos evitar que o ar poluído entre em nossos pulmões afastando-se de regiões poluídas. Ao mesmo tempo é de grande ajuda procurar a proximidade de locais arborizados e com vegetação onde as fontes poluidoras não estejam. Ar puro pode acrescentar 20 anos as nossas vidas e ar poluído tirar 30 anos dela e torná-la insuportável pelas doenças e invalidez que provoca.

Comentários Comentários () > Link da nota

13/07/2008
A economia do organismo



A natureza não desperdiça nada, ela guarda para quando for necessário todo o excedente de energia e nutrientes. Todos nós precisamos de descanso e sono após um dia intenso e depois, pela manhã, sentimos necessidade de atividade novamente. Durante o sono processamos e guardamos as energias necessárias para a vigília.

Na gestação, o feto guarda no fígado grandes quantidades de ferro. Mesmo que o período de amamentação se prolongue até por dois anos não há necessidade de ferro para a nutrição do bebê porque ele tem armazenadas quantidades suficientes. Note-se que o leite materno quase não tem ferro.

Pelo menos a metade de tudo o que comemos não deveria ser utilizado, mas, em condições ideais de saúde é guardado para um momento de necessidade: acidentes, doenças, fome e na velhice – quando não podemos mais absorver quantidades suficientes de alimentos que o organismo precisaria.

Se sofremos crises repetidas durante nossa vida, abusamos de alimentos inadequados, medicamentos e mantemos maus hábitos de vida, em caso de necessidade e na velhice as energias que deveriam ter sido economizadas foram desperdiçadas e estaremos em grandes apuros porque não há de onde conseguir os nutrientes e a energia que precisamos imediatamente. Economizar é fundamental para a saúde e o bem estar geral.

Comentários Comentários () > Link da nota

14/07/2008
As saladas



Os sais minerais alcalinos orgânicos presentes nas folhas são essenciais para as funções fisiológicas. Os estudos comparativos entre pessoas que introduzem saladas em suas dietas e aqueles que não têm este bom hábito demonstram que comer folhas diariamente é um fator de boa saúde e vitalidade. Etnias inteiras, na Índia, por exemplo, têm 10 centímetros em média mais de altura e uma saúde radiante quando comparados a outras que não tem o hábito de comer vegetais.

Há 50 anos era quase impossível encontrar produtos variados para fazer uma boa salada. Hoje, pelo menos em nosso país, temos muitas opções para as saladas e com boa qualidade. As folhas e os outros produtos que costumam fazer parte das saladas: tomates, pepinos, cenouras, brotos, maçãs, abacates podem ser encontrados com certa facilidade.

As saladas vão bem com todos os alimentos, menos frutas doces, leite e açúcar. Uma boa salada:
1. Deve ser composta de vegetais frescos, com pouco azeite e muito pouco condimento, inclusive pouco ou nenhum sal. Os acompanhamentos como: sardinhas, atum, frango e outros produtos semelhantes não fazem parte das saladas. As saladas devem ser compostas somente de produtos vegetais.
2. Os vegetais devem ser lavados em água corrente e depois a água deve ser retirada por uma centrífuga ou sacudindo-os. Mantê-los de molho em água ou com produtos para esterilizar prejudica suas propriedades nutritivas. Se você desconfia da procedência das folhas e dos vegetais é melhor não comê-los.
3. Para manter os nutrientes é melhor só parti-los na hora de comer. As vitaminas e as enzimas são perdidas se eles forem picados tempo antes do consumo.
4. Você pode misturar varias espécies de folhas e legumes na mesma preparação.
5. As quantidades devem ser suficientes para quase saciá-lo e a todos que estão compartilhando da refeição. As saladas devem corresponder à pelo menos 60% de uma refeição. Elas são o “prato principal”.
6. Quanto menos temperados mais nutrientes e melhor a digestão. Salgar e usar vinagre prejudicará muito o valor das saladas. Insistir por uma semana em saladas pouco temperadas mudará seu paladar, permitindo que você descubra o verdadeiro sabor das verduras.
7. Saladas bem apresentadas contribuem positivamente para o apetite. Nós também “comemos com os olhos”.

Comentários Comentários () > Link da nota

15/07/2008
A simbiose das drogas



Todas as drogas predispõem o indivíduo a utilização de mais drogas. A indução do uso de drogas é um dos efeitos de quem faz uso de produtos assim chamados tóxicos. Quando você utiliza um remédio, cigarro, álcool, café, ou mesmo algum produto ilícito, seu organismo pedirá cada vez mais toxinas, deixando-o vulnerável a entrada de outros produtos que também têm o potencial de intoxicar.

O que chamamos vício é o efeito “colateral” do uso de substâncias tóxicas. Neste grupo estão incluídos todos os remédios, como também todos os produtos que levam o organismo a se defender dos efeitos prejudiciais deles. Ao introduzir em seu corpo uma toxina de qualquer procedência o seu organismo criará um mecanismo de defesa especial para prevenir danos desta toxina. Quando a toxina circulante diminuir em seu sangue este mesmo sistema defensivo o avisará que você está desintoxicando.

Desintoxicar é sentido como “falta” da substância tóxica - que incorretamente convencionou-se chamar de “síndrome de abstinência”. Depois que as barreiras de defesa foram erguidas você já estará viciado – sentirá falta da tal substância. E se você resistir e não introduzir a substância em seu corpo sofrerá os resultados do processo de desintoxicação – que sempre é desagradável, apesar de saudável. Desarmar todo o sistema de defesa exigirá muito esforço do seu organismo.

Qualquer produto tóxico induz ao uso de substâncias semelhantes ou qualquer outra que simule as mesmas sensações e resultados anti-fisiológicos: danos físicos e psíquicos. O álcool, por exemplo, predispõe ao uso do cigarro, que predispõe ao uso do café, que predispõe ao uso de drogas ilícitas, que predispõe ao uso de remédios e tudo isto em qualquer ordem.

Todas as drogas, qualquer que seja a sua origem viciará mais ou menos e o levará a procurar outras que também o intoxiquem.

Comentários Comentários () > Link da nota

 
Fernando Travi
Formado em psicologia e especializado em educação e ciência comportamental, é fundador e atual presidente da Sociedade Brasileira de Biogenia e Higienismo. Defende que a saúde é resultado de bons hábitos de vida. Gaúcho, é casado e tem quatro filhos.

  Fale com ele
 
RSS  (O que é isso?)
 
  17/06/2008 - 17/07/2008 18/05/2008 - 17/06/2008 18/04/2008 - 18/05/2008 19/03/2008 - 18/04/2008 18/02/2008 - 19/03/2008
 
  ÉPOCA Online

 
 
 
         
 
Copyright © 2008 - As mensagens postadas na seção reservada aos comentários são de responsabilidade única e exclusiva de seus autores.