17/07/2008
Má alimentação é a maior causa de doenças na espécie humana




O ser humano é o “animal” que tem mais vícios alimentares e o que mais sofre com os problemas resultantes de ingerir alimentos inadequados em termos de quantidades, qualidade, momento e combinações. O conhecimento de que são os alimentos o fator principal na saúde e na doença coloca os outros supostos fatores em seus lugares de pouca importância: bactérias, vírus, fungos, poluição, estresse, e assim por diante.

Ao colocar mais atenção sobre a alimentação, na qualidade dos alimentos, na quantidade, quando e como comer representa 70% de todas as manifestações de má saúde que poderão ser evitadas. Comer mal é poluir o meio interno, colocando dentro do organismo substâncias impróprias. O resultado de comer mal poderá ser e é freqüentemente, confundido com ataque de bactérias e vírus, doenças auto-imunes, hereditárias, estresse e causas semelhantes.

A boa alimentação, em todos os seus aspectos, não só previne doenças, mas é o principal auxiliar na recuperação da saúde quando perdida. Qualquer pessoa poderá, pessoalmente, interessar-se por alimentos mais compatíveis com a sua natureza humana e individual. Comer conscientemente não precisa da tutela de um técnico permanentemente. Você mesmo pode e deve escolher os alimentos e comê-los quando tiver instrução para tal. O conhecimento sobre o que, quando e como comer é acessível a todos.

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18/07/2008
A sua saúde também depende do que você veste



O homem, como os seus irmãos menores, os animais, nasceu nu e deveria continuar assim. Ou, pelo menos, ele não deveria colocar sobre a pele obstáculos a ventilação, ao sol, a água e as radiações cósmicas. Vestir-se quase sempre é um fator de diminuição da saúde e não de melhora dela. As exceções que justificariam vestir-se são quando há extremo frio ou calor e há um risco para a vida.

As roupas são hoje muito mais objetos de atração, de demonstração de poder e posição, de vaidade do que para proteger. E para estes satisfazer estas questões subjetivas não importa muito se a saúde está sofrendo ou não. Os tecidos naturais e com cores claras, amplos e leves são os melhores porque permitem a ventilação, a transpiração, a passagem de radiações solares e cósmicas e a liberdade de movimento.

As cores escuras, o preto, não permitem a passagem de luz e são, por isso, muito prejudiciais. Nós somos seres solares, dependemos do sol para a produção de alimentos, o calor e a luz. Esconder-se do sol é um fator importante de diminuição de saúde e vitalidade – e a roupa que usamos pode impedir que o sol, o ar cheguem à pele. Sentir muito frio, usar roupas pesadas e manter as janelas fechadas é um sinal de desequilíbrio na saúde.

Quanto mais usamos tecidos que impedem a passagem dos elementos naturais mais termos uma verdadeira atrofia da pele. Ela deixa de ter aquelas condições de proteção natural diante do frio e do calor que naturalmente deveria ter. Como músculos não trabalhados perdem seu tônus e ficam flácidos e incapazes, também a pele fica flácida, frágil e inerte e nos predispõe as doenças.

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20/07/2008
Cobaias humanas



Apesar do código de defesa do consumidor estabelecer que um produto ou serviço não deva (e não pode) oferecer risco à saúde e segurança do consumidor, medicamentos e procedimentos oficiais de terapêuticas em saúde continuam a atentar contra a vida. O Estado determina algumas regras para permitir que um produto, profissional ou procedimento possa ser empregado para “tratar doenças”.

Todos os anos centenas de produtos medicinais são retirados de circulação e tantos outros entram no mercado. Neste processo de liberação e proibição as pessoas são usadas como cobaias dos laboratórios e dos profissionais que testam seus produtos com a chancela das regras (frouxas) do Estado. Recentemente, o medicamento Prexige da Novartis teve o seu uso interditado no Estado de São Paulo - já tendo anteriormente sido proibido na maior parte do mundo.

Os dramas de quem fez uso de substâncias prejudiciais e extremamente perigosas, por meses, anos e décadas e ficou com seqüelas permanentes ou, morreu são incontáveis. A farmacodinâmica não é uma ciência exata. Há um risco grande e impossível de ser calculado. Avisar, advertir, descrever os efeitos e riscos na bula não diminui em nada os prejuízos certos de quem faz uso prescrito desses produtos danosos.

A idéia de que a suposta cura ou alívio dos sintomas justificaria os danos e o risco de fazer uso destes produtos tóxicos precisa ser mais bem discutido. O fato de um produto ter sido liberado para uso, pelo Estado, não o transforma em algo seguro e benéfico. Os laboratórios e os profissionais que os empregam ganham dinheiro com seu uso pelas pessoas – o que os desclassifica como juízes. Cabe ao Estado a maior responsabilidade pelos danos a saúde da população. O Estado recebe impostos e, assim, libera, a sua comercialização em troca de dinheiro o que também, os deixa em situação de suspeição.

Será que precisamos nos envenenar para ter saúde? Há algum outro meio de cuidar da saúde e de recuperá-la sem ficar inválido ou morrer tentando curar-se? A resposta a estas questões é positiva. Atualmente as pessoas se submetem ao método de cura mais perigoso e ineficaz. Estamos longe de reconhecer que este não é o melhor caminho e que a solução está mais ao alcance de nossa mão do que imaginamos.

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22/07/2008
Câncer e anticoncepcionais



Os anticoncepcionais hormonais (progesterona e estrógenos sintéticos) têm sido acusados como um dos fatores de aumento de casos de câncer. As pesquisas não revelaram dados conclusivos. Algumas delas indicam que as pílulas anticoncepcionais aumentam o risco de câncer e, outras que, ao contrário, seriam uma proteção extra contra os tumores.

Os hormônios são substâncias muito potentes, fundamentais para o funcionamento de todo o organismo. Uma pequena quantidade de hormônio no momento certo provocará mudanças enormes em toda a fisiologia e mesmo nas formas do corpo. Interferir na fisiologia não é sem conseqüências. Quando uma mulher ingere hormônios com o objetivo de impedir uma concepção estará alterando o funcionamento de todo o seu corpo e mente.

É importante que o uso de hormônios com fins anticoncepcionais seja feito com consciência. O uso prolongado e contínuo leva a um aumento dos riscos. A combinação de fatores pessoais e de certas substâncias pode potencializar os efeitos negativos. Medicamentos vasoconstritores, cigarro e café somados aos hormônios são fatores reais de isquemias cerebrais em mulheres.

Estados toxêmicos e hormônios predisporiam a formação de tumores. Parece que os hormônios sintéticos por si só não são os causadores de câncer. Mas, os hormônios, por seu potencial mobilizador de todas as funções, impediriam a eliminação de toxinas – o que seria a causa da formação tumoral – por uma impregnação do corpo com toxinas perigosas.

Os hormônios sintéticos para fins anticoncepcionais são medicamentos e, assim sendo, precisam de um acompanhamento contínuo e rigoroso do médico.


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24/07/2008
Conquistar a saúde demanda tempo



Acreditar em curas e que na última hora seremos salvos pela ciência e, como que num passe de mágica, imediatamente curados é o mesmo que acreditar em contos de fadas. A saúde é uma conquista e precisa de tempo para a sua construção. A pílula mágica que curaria imediatamente é uma eterna ilusão.

Quando adoecemos ou perdemos a vitalidade é necessário um tempo proporcional ao nosso estado de má saúde para voltar à saúde plena, isto se as mudanças necessárias tiverem sido feitas. Ninguém que continua com maus hábitos pode esperar alguma melhora mesmo assistido pelo melhor médico. Como a causa da má saúde está nos erros de vida, somente a mudança de hábitos levará a volta da boa saúde.

Por outro lado, o retorno da saúde é um processo no tempo que implicará numa espera. O imediatismo, a ansiedade pela cura sempre leva a busca por soluções mágicas e imediatistas – os resultados não serão outros que fumaça – logo se desfazem.

Quem maltratou seu corpo e mente durante décadas precisará esperar muito mais tempo do que aquele que comete erros pontuais pequenos. A paz interior e a fé – que é a crença no bem - são os pilares que permitirão a recuperação da saúde. Persistir nas boas ações e esperar o tempo suficiente levará a cura, porque curar-se é um processo fisiológico como crescer, digerir, reproduzir-se. As mesmas leis que comandam na saúde, regem a doença. E, a assim chamada doença é saúde abalada, que suportada com sabedoria, e dado o tempo necessário, trará seguramente o bem estar da saúde radiante.

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25/07/2008
É o organismo que decide o que precisa, quanto e como



O processo pelo qual o que comemos – frutas, verduras, grãos, entre outros alimentos, se transforma em músculos, pele, ossos, hormônios e sangue ainda permanecerá um mistério por muito tempo. A transformação dos alimentos em tecido vivo é extremamente complexa e além de nossa compreensão atual. Quando as proporções e a qualidade do que comemos é inadequada, faz mais mal do que bem.

É impossível fazer pão se falta farinha, por exemplo. Ou se colocamos na nossa fórmula de pão mais água do que o necessário teremos um mingau que jamais será um pão. Comer em excesso qualquer um dos nutrientes conhecidos não contribuirá para a saúde, mas para a doença.

Muita proteína, descalcifica. Muito açúcar rouba ferro e desmineraliza todo corpo. As proteínas, o cálcio, o açúcar, o ferro não tem valor positivo isolados. Estes elementos precisam estar combinados a outros nutrientes para poderem ser absorvidos e construírem tecidos e fluidos saudáveis.

A combinação, proporção e variedade de todos os nutrientes necessários serão usadas pelo organismo vivo sem a nossa participação consciente e com perfeição, sempre no melhor interesse da saúde e da vida. Nenhum elemento é mais importante do que outro na alquimia da vida.

As terapêuticas que preconizam o uso de um elemento em detrimento dos outros jamais terá sucesso. Receitar cálcio, por exemplo, sem os outros elementos necessários, só fará mal. Somente os alimentos vegetais vivos contêm os nutrientes nas proporções e nas quantidades necessárias para a manutenção da saúde. Os aprendizes de feiticeiro não podem ajudar com suas fórmulas mágicas. Suas poções e gestos são supersticiosos não estão à altura da inteligência superior do organismo vivo.

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26/07/2008
Alimentos crus são essenciais para a saúde



Até a metade do século XX os alimentos crus eram vistos como perigosos para a saúde e os alimentos costumavam ser hiper cozidos e a água de cozimento jogada fora com todos os nutrientes da fervura. Ainda hoje esta orientação absurda e anti-fisiológica é a tônica em pacientes graves e UTIs. O temor às infecções e a ignorância de onde vêm os micróbios leva muitos profissionais a prescreverem somente alimentos cozidos e esterilizados.

Hoje, apesar do reconhecimento científico que o cozimento destrói quase a totalidade dos nutrientes dos alimentos ainda persiste o hábito de alimentação quase exclusivamente baseado em alimentos desnaturados e impróprios, leia-se: cozidos em água ou vapor, assados, fritos e irradiados.

Compreender que o que nos alimenta são os produtos integrais e naturais, frescos e crus é o primeiro e mais importante passo para manter e recuperar a saúde, aumentar a vitalidade e conquistar a longevidade. Pelo menos 70% de tudo o que comemos deveria ser cru. Os alimentos cozidos são apenas uma concessão ao paladar, aos hábitos herdados de um passado onde se desconhecia as necessidades humanas e o poder destrutivo do fogo sobre a vida e sua capacidade de desorganizar a matéria e torná-la imprópria ao consumo.

Algumas vantagens da alimentação crua:
1. Exercício e desenvolvimento dos dentes e toda boca
2. Mastigar promove a salivação adequada e produção de sucos gástricos próprios para a digestão, o que não ocorre com os alimentos cozidos
3. Alimentos crus preservam a boca e o estômago dos alimentos quentes.
4. Os alimentos crus são naturais a fisiologia humana, ou seja, nós fomos constituídos para a alimentação crua e não para a cozida.
5. Alimentos crus nos protegem das más combinações alimentares, comuns em pratos cozidos onde, quanto mais alimentos incompatíveis melhor.
6. Refeições simples são mais bem digeridas.
7. Tudo o que precisamos em termos de nutrientes encontramos nos crus, mas jamais numa refeição cozida onde o calor já destruiu quase tudo.
8. Quando comemos alimentos naturais crus comemos menos. Os cozidos estão desnaturados e levam a necessidade de maiores quantidades.
9. Com alimentos crus não somos enganados sobre a qualidade, como ocorre com alimentos manipulados e alterados pelo cozimento, onde o aspecto, forma, cheiro e gosto foram maquiados.
10. Os alimentos crus se mantêm por muito mais tempo sem fermentar. O cozimento apressa o processo de fermentação e decadência do produto.
11. Uma dieta crua poupa tempo, dinheiro e nutrientes.
12. Os alimentos vegetais crus são naturalmente estéreis. Os alimentos que foram cozidos, ou os de origem animal, como as carnes, deterioram-se rapidamente e sempre contêm bactérias nocivas, mesmo sob cuidados rigorosos de higiene.

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28/07/2008
Antidieta resolverá todos os seus problemas com a alimentação



As dietas são quase tão antigas quanto à humanidade. Hábitos alimentares de várias etnias podem ser muito restritivos e com muitas regras obrigando seus membros a comerem certos alimentos e a evitarem outros. A produção de novas e estranhas dietas é um fato freqüente entre nós. Todos os seus criadores apresentam a sua como a solução para problemas de saúde, uma suposta panacéia. Algumas prometem emagrecer, outras curar o câncer, outras ainda o aumento da virilidade.

O lado “científico” de todas elas é questionável. Na verdade as suas razões não passam de argumentos de venda para chamar atenção para suas vantagens em contraste com as desvantagens das outras. Seguir dietas que prometem curas é iludir-se porque não há uma dieta superior, mas uma maneira certa de alimentar-se numa dada condição de saúde – o que é rigorosamente igual para todas as pessoas.

Nenhuma dieta tem o poder de curar alguma doença porque este poder não vem dos alimentos e sim do organismo vivo. O poder de cura não está em qualquer coisa externa, seja que o chamemos dieta, remédio ou magia. Assim, também, não podemos aumentar a força, resistência ou virilidade através de um alimento. É o organismo que retira dos alimentos o que precisa, quando estes alimentos são próprios para a raça, ingeridos na hora que precisamos e sob condições ideais.

Dizer que um alimento tem um componente anti câncer, por exemplo, é falso porque todos os nutrientes são anti cancerígenos e necessários para a saúde e vida. O poder de retirar os nutrientes dos alimentos e fazer uso deles para a saúde é do organismo. Não podemos forçá-lo a assimilar o que ele não pode ou não precisa.

As nossas necessidades nutritivas podem ser supridas com muita simplicidade. Com um ou dois alimentos por refeição. Obrigar-se a refeições variadas, “coloridas” pode ser um real impedimento à digestão. Por outro lado, a monotonia de certas dietas que preconizam alimentar-se com exclusividade de um tipo de grão imaginado superior ou sagrado levará a sérios problemas de desnutrição. A antidieta é a solução.

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29/07/2008
A gripe não é causada por um vírus



Concluir que uma pessoa que tem febre, coriza, tosse, dores no corpo, falta de vitalidade foi “atacada” pelo vírus influenza é questionável. Afirmar, também, que a presença do vírus em uma pessoa com esses sintomas significa que o vírus é responsável por eles é outra conclusão duvidosa.

Os microorganismos estão em toda parte e presentes também, em nosso corpo. Encontramos não só o suposto vírus responsável pela gripe, mas o suposto vírus da poliomielite, que é um habitante natural e saudável dos intestinos, da tuberculose e muitos outros germens assim chamados “patogênicos” no corpo de pessoas absolutamente saudáveis.

Luc Montagnier, o descobridor do HIV declarou mais de uma vez que este vírus sozinho, considerado por pessoas pouco versadas como mortal, não pode causar a AIDS. Ora, como um simples vírus da gripe, bem menos assustador, seria capaz de causar alguma doença e até a morte ao ser humano, tão sofisticado e capacitado para defender-se?

Na verdade, nenhum vírus, bactéria ou fungo é por si só, prejudicial ao homem. Estes pequenos seres são o que podemos chamar de limpadores de terreno, ou seja, faxineiros de nosso meio interno. Assim como não são as moscas que fazem a sujeira, mas a sujeira que atrai as moscas, também são as condições internas alteradas – tóxicas e debilitadas – que levam a reprodução acelerada de um determinado micróbio, que já está no corpo, como meio de limpar o organismo e recuperar a saúde.

Em pessoas e animais saudáveis os micróbios patogênicos são encontrados em pequenas quantidades, em pessoas e animais doentes, em maior quantidade e quando morrem, eles são literalmente infestados deles.

Prevenir-se da gripe não inclui lutar contra o vírus, mas lutar contra os próprios hábitos que sujam e destroem o corpo. Recentemente os pesquisadores afirmaram que seria possível alterar a reação imunológica como meio de diminuir os sintomas e preservar a saúde. Esta é mais uma assustadora conclusão da atual ciência oficial e que nos põe em risco pelo que estes temerários farão com a nossa saúde tentando alterar a natureza com fins de lucro.

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30/07/2008
A saúde do sexo



A nossa espécie é uma espécie sexuada. Estamos divididos entre machos e fêmeas e isto nos obriga a agir de forma a satisfazer as necessidades fisiológicas que garantem a continuidade da espécie. Negar ou distorcer a sexualidade é um fator de doença; comportar-se em harmonia com as necessidades fisiológicas é, por outro lado, um fator de saúde.

Somos naturalmente sexualmente incompletos e precisamos do complemento. Homens e mulheres são diferentes física e psiquicamente. Todas as tentativas de igualá-los e de obrigá-los a comportar-se como o sexo oposto trarão desequilíbrios que se traduzem por má saúde. O que é um comportamento masculino e o que é um comportamento feminino e quais são as suas características originais?

A aproximação dos comportamentos e características sexuais, como uma tendência de nossa época, trouxe doença de origem sexual. As assim chamadas doenças nascidas de comportamentos sexuais inadequados não se refletem necessariamente na sua área, mas podem se manifestar em todo o organismo e no psiquismo.

Fisiologicamente, os machos são de sexualidade ativa e as fêmeas de sexualidade passiva. Ou seja, a manifestação da função sexual masculina se faz preferencialmente pela atividade e iniciativa e a feminina pela receptividade e escolha. O que significa que o corpo masculino funciona melhor na atividade e o da mulher na passividade. Quando a inversão é radical começam as dificuldades

Hoje é tabu investigar o que é a sexualidade normal ou saudável. Todas as manifestações são politicamente aceitáveis, mas do ponto de vista da saúde há uma linha definida entre as manifestações que conduzem à saúde e as que conduzem a doença.



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31/07/2008
A genética tem pouca influência na vida humana



A arquitetura genética e a hereditariedade têm sido declaradas ter uma grande importância na vida humana determinando definitivamente a saúde e as tendências de corpo e mente. Nada se pode fazer com estes dados e, as afirmações precipitadas de alguns pesquisadores de terem encontrado os genes do alcoolismo, da esquizofrenia, etc. são temerárias.

Há uma ênfase suspeitosa na importância da genética na vida humana. Não se pode de nenhuma maneira, interferir positivamente na genética. Não é possível mudar nada sem destruir a pessoa. Todas as interferências se revelam em mutações danosas. Os prometidos remédios individualizados que teriam alguma relação com a genética pessoal são, também, mitológicos.

A história pessoal e os hábitos de vida têm muito mais importância que a herança genética. Podemos mudar a vida, melhorar a saúde mudando a nós mesmos, o nosso comportamento. As nossas características e limitações podem ser superadas com um esforço correto.

Esperar soluções ou submeter-se a experiências que interferem com os genes pode se revelar em mais uma desilusão de solução apoiada em fatores externos - em salvadores, cientistas e doutores. O que cada um pode fazer por si mesmo supera todas as terapias atuais e futuras.



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02/08/2008
Enxaqueca



Dores de cabeça latejantes, em geral em um só lado do crânio acompanhadas ou não de outros sintomas, como náuseas, vômito, hipersensibilidade a luz e a ruídos, costumam ser chamados de enxaqueca.

São atribuídas muitas causas a enxaqueca e muitos tratamentos paliativos recomendados. Classicamente, entre as causas acusa-se a herança genética, sensibilidade a mudanças hormonais (como no ciclo hormonal feminino), cheiros fortes, alguns produtos alimentícios e aditivos químicos, alterações do sono, cansaço, estresse, etc. A lista é quase infinita. Os tratamentos preventivos e curativos geralmente estão apoiados em medicamentos.

Durante minha prática terapêutica já consultei sofredores (as) que tomavam até oito medicamentos por dia sem que isso garantisse que não sofressem crises. Em geral, após algum tempo, as crises tendiam a piorar e a pessoa se sentia intoxicada.

As dores podem ser controladas com medicamentos? A resposta é, em geral, sim. Mas, sempre tem um mas, há conseqüências adversas. Crises repetitivas e até diárias podem chegar a incapacitar o doente. E, os tratamentos trazem vários problemas de insegurança, dependência e não são completamente seguros: todos intoxicam pesadamente.

Fugir de dores fortes que nos assaltam com freqüência pode nos levar a aceitar tratamentos experimentais (o que é freqüente) e com drogas bastante perigosas. A automedicação é a pior opção, mas o tratamento medicamentoso não é a melhor escolha também.
Em toda a minha experiência de 35 anos de cuidados em saúde sempre a opção de uma desintoxicação e mudança de alguns hábitos teve um efeito muito positivo e em 80% dos casos resolveu para sempre o problema

A hipersensibilidade a cheiros, medicamentos, hormônios, estresse, entre outros fatores, são a “gota d’água”. O doente já está muito alterado em seu equilíbrio e estes fatores considerados causais é somente aquele empurrão que leva a queda na crise. Enxaquecas têm cura desde que aceitemos pagar o preço da mudança.

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03/08/2008
Doença por receita



O que é conhecido como doença iatrogênica – causada pela atuação dos médicos e de outros profissionais de saúde, já ultrapassou há muito tempo as doenças assim chamadas “naturais”. Hoje entre os maiores responsáveis por doenças e mortes estão os medicamentos.

No início do século 21 calculou-se que somente nos EUA os custos associados com estas práticas ultrapassaram os 20 bilhões de dólares por ano. Eles concluíram que “como errar é humano, construa-se um sistema seguro de cuidados em saúde”. Até 98.000 pessoas morrem cada ano de doenças iatrogênicas durante internações hospitalares. Somente estas causas já a elevam ao oitavo lugar na causa geral de mortes. Estes dados representam somente uma pequena fração do que ocorre em prejuízos à saúde e prejuízos materiais fora dos hospitais nos EUA e, ainda, varias vezes multiplicado no resto do mundo.

Na tentativa de prevenir e curar doenças os praticantes, com suas intervenções e drogas, ameaçam a saúde e a vida da humanidade. Há algo muito errado com a base filosófica das práticas médicas no mundo. Milhões são sacrificados todos os anos nestas tentativas empíricas de curar. Estamos submetidos a práticas que não garantem a saúde enquanto põe em risco a vida. Não temos mais nenhuma desculpa para continuar nesse caminho. Precisamos de um novo paradigma da saúde. Uma filosofia, um modo de ver e agir sobre o organismo que antes de tudo não nos seja prejudicial.

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05/08/2008
A conquista da longevidade



Viver mais e melhor é um sonho e uma meta para todos os humanos. O encurtamento da vida, as limitações do envelhecimento são uma condenação que todos querem evitar. A presunção de que nunca vivemos tanto e tão bem é um mito. O passado distante e o mais recente nos trazem vários indícios que vários de nossos ancestrais viveram muito mais do que podemos sonhar hoje e, ainda, melhor do que nós vivemos hoje.



A arrogância e o orgulho do homem moderno cegaram-o para os ensinamentos do passado e condenou-o a olhar para a sua época como a melhor e a imaginar que o futuro será paradisíaco apoiado nas suas conquistas e descobertas. É inegável que conseguimos amenizar algumas conseqüências da decadência da saúde e da morte precoce. Vivemos mais e melhor do que os nossos antepassados recentes – dos últimos poucos séculos, principalmente quando focamos sobre a Idade Média.



Entretanto, registros de longevidade e de excelente saúde de povos inteiros são freqüentes entre os Hunzas, os Pelasgianos e muitos exemplos de pessoas que ultrapassaram em muito os 120, 150 anos. Heródoto de Halicarnasso relatou: “Os mais longevos habitantes da Grécia, os Pelasgianos... vivam em locais que estavam cheios de laranjais. Os habitantes de Lokemanos com sua dieta de tâmaras e sucos doces de laranja viviam em média para mais de 200 anos”. Plutarco: “Os Gregos antigos, antes do tempo de Licurgo, comiam nada além de frutas”. Muitos outros historiadores antigos repetiram as mesmas afirmações.


Os modernos têm a tendência de desdenhar os registros antigos e só acreditar nos testemunhos de sua lavra. Alguns exemplos destes super longevos nos ajudarão a entender melhor que a humanidade vive hoje muito pouco. Calcas, um peruano, chegou aos 140 anos em 1761; Pari, um chileno, atingiu 143 anos; Louise Truxo morreu em 1780 com 175 anos; José Moreira e Sabina Lemos, brasileiros, atingiram 115 anos. Há várias centenas de pessoas que passaram em muito os 150 anos com excelente saúde.



Todas essas pessoas tinham em comum paz interior, um modo de vida simples, alimentação absolutamente natural e, geral, só de frutas e verduras, eram todos muito sóbrios, jejuavam freqüentemente, dormiam cedo e levantavam cedo, não poupavam seus corpos de trabalhos pesados, viveram em locais onde o ar puro, água pura e sol faziam parte do seu dia.

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07/08/2008
Como alimentar-se durante as enfermidades



Quando adoecemos não podemos continuar a fazer o que fazemos quando estamos sãos. As crises estão associadas com dor, com náuseas, falta de apetite, lassidão, falta de energia, entre outros sintomas. Ninguém, no seu juízo perfeito, proporia que uma pessoa que não está bem continue com todas as suas atividades normais e, isto inclui a alimentação.

Os processos da nutrição exigem um grande gasto de energia e na doença as nossas forças estão dedicadas à recuperação da saúde. Comer como costumamos durante as crises tem dois inconvenientes: rouba energia dos processos regenerativos e contribui para intoxicar todo o organismo.

Quando estamos doentes o nosso sistema digestivo está paralisado. Não há fome, há um desagrado natural diante dos alimentos porque o organismo está impossibilitado de digerir. Se comemos, todo o alimento ficará parado por muitas horas no estômago fermentando – o que significa, crescimento de bactérias e intoxicação pela deterioração dos alimentos.

Só devemos comer se nos sentimos bem, se não temos febre, não temos dores e se há fome verdadeira. Nas crises devemos somente beber água ou sucos. Nas enfermidades crônicas, precisamos de uma alimentação especial, orientada por um higienista que é capaz de avaliar o que comer para não atrapalhar os processos regeneradores naturais do corpo e que ao mesmo tempo nutra com suficiência.

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10/08/2008
Saúde na China



O Dr. T. Colin Campbell, professor emérito da Universidade de Cornell, realizou uma pesquisa conhecida como China Study que trouxe dados fundamentais sobre dieta e saúde, perda de peso e os efeitos a longo termo de hábitos alimentares. Estimulado pela péssima saúde de seus compatriotas o pesquisador e médico norte americano decidiu realizar um estudo de campo e desvendar os mistérios desta verdadeira pandemia.

Os Estados Unidos detém as marcas recordes de casos em obesidade (o estado natal do autor, Alabama, tem o maior índice do país); câncer (agora já a primeira causa de morte em crianças); doenças cardíacas (primeira causa de mortes em mulheres, começando na infância); diabetes (tipo II, normalmente encontrada somente em adultos e atualmente muito encontrada em crianças); e ainda, outras doenças crônicas dos americanos do norte (e também no resto do mundo) que estão relacionadas com maus hábitos alimentares. A idéia de que a alimentação correta é o principal e mais importante fundamento da saúde ficou absolutamente evidente para o Dr. Campbell.

Os dados obtidos são o resultado de 20 anos de pesquisa principalmente nos EUA e na China de uma parceria da Universidade de Cornell e Oxford e a Academia Chinesa de Medicina Preventiva. The China Study responde a questões como: qual a verdadeira causa do câncer, como podemos prolongar a nossa vida, qual a principal causa da epidemia atual de obesidade?

Os resultados do maior estudo já realizado sobre nutrição e saúde, indiscutivelmente demonstram a relação entre maus hábitos alimentares e todas as assim chamadas “doenças da civilização”, aquelas doenças de nosso tempo que tornam a vida penosa e que são de difícil senão de impossível cura. Estas doenças só podem ser prevenidas e, portanto, é através de uma mudança dos hábitos de alimentação que podemos preveni-las.

Os hábitos prevalentes dos chineses quando comparados com a alimentação do americano médio e as doenças dos dois povos mostra que os chineses têm muito melhor saúde e que esta qualidade é devida a uma alimentação com pouca gordura saturada e açúcar, com muito mais verduras e legumes e chá no lugar de refrigerantes. O chinês médio quase não usa derivados de leite. Eles utilizam também a soja como base protéica.

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12/08/2008
Comendo para viver



Nunca antes na história comemos tanto. Quase todas as atividades humanas giram em torno da mesa. Cozinhar é hoje um grande show e ajuda a vender quase tudo. Estamos vivendo para comer. Comer transformou-se em um evento social, em uma maneira de compensar frustrações, estimular-se e de gozo.

Toda esta expansão da atividade alimentar e a grande oferta de produtos de todos os tipos levaram a um consumo excessivo de produtos supostamente alimentares. Comemos muito e freqüentemente. E, ainda, comemos coisas muito processadas, artificialmente temperadas, coloridas, com formas e texturas estranhas as características originais dos produtos naturais.

A fome e o paladar são funções instintivas, ou seja, nascemos com impulsos naturais que nos protegem e nos capacitam a escolher os alimentos em qualidade e quantidades adequadas a nossa saúde. Mas, o que encontramos são os mais variados paladares e costumes em relação a quantidades. Cada família, cada etnia tem seus hábitos alimentares fruto de sua herança cultural.

Logo depois do nascimento começa o programa de transformar a natureza do bebê. Os pais se esforçam por impor os seus hábitos artificiais e logo tudo o que veio como bebê, seus instintos, seus gostos naturais são substituídos pelos dos pais e por orientações de especialistas em nutrição. O resultado desta desconstrução dos instintos é que nunca mais na vida a pessoa ela saberá o que é bom para ela e quanto deve comer.

A busca maníaca por sabores e os excessos alimentares são o resultado de uma cultura baseada em viver para comer e a perversão dos instintos naturais. Comemos demais e incorretamente e estes são as principais causas de uma saúde frágil e cambaleante. Precisamos voltar a sentir a voz de nossos instintos. Somente a manifestação de nossa verdadeira natureza nos dará a condição de poder escolher os alimentos que precisamos e na quantidade adequada.

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13/08/2008
Super bactérias



Bactérias cada vez mais poderosas estão surgindo como subprodutos da tecnologia moderna, a saber: anti-sépticos, métodos de esterilização e antibióticos. Há menos de 50 anos atrás uma pequena fração de venenos usados como antibióticos, quando comparados aos atuais, eram capazes de conter as infecções. Hoje, qualquer cirurgia representa cada vez mais um risco real de morte por infestação por uma das super bactérias como resultado do emprego desses produtos que deveriam curar.

A triste realidade é que estamos perdendo a guerra contra o mundo microscópico. No momento em que Pasteur e Metchnikoff ousaram desafiar o equilíbrio natural entre o homem e os microorganismos, ficamos a mercê dos métodos de esterilização e controle químico interno das infecções. Pasteur e o seu colega foram as primeiras vítimas de sua própria teoria de que os microorganismos eram inimigos e podiam ser controlados pelos seus métodos de esterilização.

Estes homens viveram vidas miseráveis, sempre doentes, e morreram muito cedo, meio apodrecidos, repletos dos microorganismos que imaginaram que podiam combater. Os métodos atuais de terapêutica continuam a insistir sobre as falsas teorias desses homens.
Notícias recentes trazem novamente o problema, já recorrente, da incapacidade de manter procedimentos cirúrgicos isentos de bactérias perigosas. Dezenas de pessoas no Brasil foram vítimas de graves infecções em cirurgias. Estes problemas se repetem em todo o mundo.

Cada vez é necessária a utilização de anti-sépticos mais violentos e tóxicos para os humanos e, simultaneamente, os antibióticos que deveriam matar os micróbios se tornam mais e mais venenosos e perigosos para a saúde. Já é possível prever que nesta escalada seremos vítimas, como estamos sendo, das tentativas de “cura” e “prevenção” das infecções. Logo todos pereceremos dos procedimentos oficiais de combate aos microrganismos: vacinação em massa, de antibióticos, limpeza com produtos anti-sépticos e métodos de esterilização.

Não são as bactérias, os vírus ou os fungos que são nossos inimigos e que devem ser violentamente combatidos com venenos, calor, ou produtos corrosivos e tóxicos, mas os procedimentos contra a natureza que atentam contra a vida e são desnecessários para a recuperação e a manutenção da saúde humana. Precisamos rever nossos conceitos atuais de como manter e recuperar a saúde – aqueles com o risco de destruir o equilíbrio natural dentro e fora de nós e, em seu lugar, procurar um modo de viver em harmonia e respeito para com toda a vida e para com a nossa.

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15/08/2008

Uma releitura de notícias sobre curas e sobre saúde



Todos os dias são publicadas notícias de curas e novas descobertas sobre doenças. A grande maioria dessas publicações, com um título esperançoso ou apavorante, devem ser vistas com grandes reservas. Elas são, em geral, peças de propaganda camuflada de: novos medicamentos, novos tratamentos ou da profissão que se ocupa da caça de curas.

Não fosse pela seriedade do assunto - a nossa saúde – elas poderiam ser olhadas com o desdém que merecem, mas a nossa vida pode depender de como lemos a notícia e assim, o que vamos fazer em seguida com as conclusões que tiramos dalí. Somos inundados todos os dias, sem descanso, por notícias de grandes conquistas e descobertas e a grande maioria é literalmente mitológica!

Os profissionais da mídia não estão preparados para discriminar o joio do trigo. Eles são tão ingênuos nesta questão quanto os seus leitores. Se a fonte é uma grande revista, jornal e estiver envolvido um grande doutor ou universidade então, a conclusão inevitável deles é que a notícia é confiável.

A primeira lei da biologia a não ser jamais esquecida é que: é impossível mudar a natureza sem destruí-la. Ou seja, não podemos, e ninguém pode, não importa os títulos que carregue pendurados em seu pescoço, curar, salvar, prevenir doenças porque para isso a lei da causa e efeito precisaria ser anulada, ou seja, o universo todo precisaria ser mudado, com as suas leis imutáveis e eternas. Quando são tentadas estas proezas o resultado é catastrófico – não há benefícios, mas há sempre prejuizos.

Só são possíveis coisas segundo as leis naturais. Aquelas promessas de cura, e as teorias que se opõe a ordem natural sempre serão falsas. Por exemplo, na primeira: “Algumas pessoas têm defesa natural contra aids, revela estudo”, onde se conclui que algumas pessoas contrairiam o HIV e não desenvolveriam a doença porque são naturalmente imunes e isto levaria a criação de uma vacina que ensinaria as células de todos os humanos a destruir o HIV.

O que há de errado com esta afirmação? Ela é uma conclusão leviana que pressupõe a existência de um virus até hoje jamais identificado, de uma suposta doença que pode ser muitas coisas e não ter nada a ver com nenhum vírus e ter inúmeras causas e, finalmente, uma vacina precisa pelo menos de um vírus patogênico para ser desenvolvida. Depois, o sonho de “ensinar” as células é absolutamente impossível tanto quanto seria melhorar a nossa imunidade natural através de qualquer vacina. O que também nunca foi provado!

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Fernando Travi
Formado em psicologia e especializado em educação e ciência comportamental, é fundador e atual presidente da Sociedade Brasileira de Biogenia e Higienismo. Defende que a saúde é resultado de bons hábitos de vida. Gaúcho, é casado e tem quatro filhos.

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